quarta-feira, 5 de setembro de 2012


O STF do B

 Félix Maier
 
5/9/2012

 

Com o julgamento da Ação Penal 470 (Mensalão) no Supremo Tribunal Federal (STF), observou-se que a Suprema Corte brasileira tem também o STF do B.

Trata-se de ministros que foram nomeados por Lula e estão comprometidos com o PT, não com o Estado brasileiro, ao qual deveriam servir por força institucional e prerrogativa funcional. Tudo de acordo com os preceitos do Catecismo Gramscista, de ocupação de espaços e cooptação política, seguidos com fé a ardor pelo petismo.

Eu utilizo a expressão STF do B em analogia a CNBdoB, criada pelo pensador e escritor José Osvaldo de Meira Penna, presidente do Instituto Liberal de Brasília. Em analogia a PCdoB, Meira Penna se refere aos padres de passeata e bispos vermelhos da CNBB, que causaram estragos profundos na Igreja Católica do Brasil.

O ministro Ricardo Lewandowski é um componente do STF do B. Isso ficou provado com seu voto a favor da absolvição do deputado petista João Paulo Cunha, apesar das inúmeras provas de seu malfeito constantes dos autos. Amigo íntimo da família Lula e petistas do ABC paulista, Lewandowski se comportou como advogado de defesa do réu, não como juiz.

Porém, o exemplar mais pomposo do STF do B é o jovem ministro José Antonio Dias Toffoli. Toffoli é um jabuti que está acocorado num poste. Se o jabuti está acocorado num poste, é porque alguém o colocou lá - Lula da Silva. Exige-se de um ministro do Supremo altos méritos intelectuais, vasto saber jurídico, honradez de caráter e integridade moral, além de outros predicados. O único predicado que habilitou o jabuti a ser ministro do Supremo foi ter sido advogado do PT e de Lula, porque seu currículo é ridículo para a função que ocupa. Não tem cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado, não conseguiu passar em concurso público (estadual), mas passou a ser um fiel servidor do petismo, como se observou no processo do Mensalão, sendo o único ministro que acompanhou o voto de Lewandowski pela absolvição de João Paulo Cunha. Toffoli ficou rico trabalhando para o PT. Só na campanha de Lula pela reeleição recebeu R$ 1 milhão.

É claro que nem todos os ministros do Supremo ligados ao PT e Lula votam automaticamente a favor do PT e de seus malfeitores. Um salutar exemplo de que o cargo vitalício deve ser usado em favor da República e não de interesses partidários é o ministro Carlos Ayres Britto, atual presidente do STF. Candidato pelo PT a deputado estadual do Sergipe, em 1990, e amigo íntimo de Lula de longa data, Ayres Britto provou que é um homem honrado ao votar pela condenação de mensaleiros, inclusive petistas. Aliás, coube a Ayres Britto acelerar o início da votação do Mensalão, contrariando o revisor Lewandowski, que estava revisando e Lewando, Lewando, Lewandowski a ação a passos de cágado, de modo a jogar o processo para 2013, quando muitos dos crimes petralhas já estariam prescritos.

Vá lá, o jabuti foi colocado no poste, não há como tirá-lo de lá, a não ser que caia. Ele vai ficar pendurado no poste por uns trinta anos, caso seja aumentado para 75 anos a idade da aposentadoria compulsória para os ministros do STF. No entanto, o jabuti deveria ter um mínimo de bom senso e compostura, e se declarar impedido de participar do processo do Mensalão, já que tem relações estreitas com José Dirceu, um dos réus, com quem trabalhou na Casa Civil, de 2003 a 2005. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou que não entrou com pedido de impedimento de Toffoli para não atrasar ainda mais a ação penal. Lorota. Ele poderia ter entrado com o pedido quando Toffoli foi nomeado ministro do STF, em 23 de outubro de 2009. Por que não o fez?

Aliás, foi por obra do engavetador-geral, sósia de Jô Soares, que Lula não foi indiciado no processo do Mensalão, por sua ligação promíscua com o BMG – Banco Mensalão do Governo. Lula foi garoto-propaganda daquela instituição e remeteu mais de 12 milhões de cartas a aposentados e pensionistas, propondo empréstimos consignados a juros camaradas. Os lucros do BMG foram às alturas, de modo que o Banco se deu ao luxo de enfeitar as camisas de 35 clubes de futebol do Brasil em 2011.

Toffoli é um jabuti jovem. Tem pela frente uns trinta anos para se manter pendurado no poste. Não será novidade se votar pela absolvição de José Dirceu. O jabuti foi colocado no poste com este propósito. No entanto, espera-se que, em três décadas, o jabuti se aperfeiçoe intelectualmente, faça mestrado e doutorado, e passe a votar de acordo com os princípios da honradez pessoal, não a favor de interesses petralheiros.

 

 

Melô do mensalão

Félix Maier

dezembro de 2005

Delúbio Soares riu na cara de todos os brasileiros ao dizer que, no futuro, as denúncias da corrupção petista, como o mensalão, serão apenas uma piada de salão. Lula, dentro do mesmo espírito de deboche, disse que mensalão não existe, no máximo será tema de sambistas e pagodeiros para o próximo carnaval. É o cúmulo do cinismo, pois a Polícia Federal descobriu que, somente nas empresas de Marcos Valério, foram encontradas mais de 80.000 notas frias. Como disse Diogo Mainardi na revista Veja (nº 1934, de 7/12/2005), "Lula já teria sido deposto se jornais, revistas e redes de televisão não estivessem tomados por seus partidários". Nem foi preciso Mainardi lembrar as falanges petistas que protegem o corrupto regime comunofascista de Lula, fazendo marchas de protestos a favor, como a UNE, a CUT e o MST, em troca de farta verba pública. A corrupção sistêmica da República dos Barbudinhos está sendo acintosamente ignorada pela OAB e pela ABI, que dinamitaram Collor e se calam covardemente diante de uma corrupção mil vezes mais grave.

Atendendo à proposta de Lula, fiz uma singela composição, Melô do mensalão. A letra deverá ser marcada em ritmo de rap (ritmo e palavrão), gênero musical preferido de marginais como os traficantes de drogas dos morros cariocas. Uma questão de coerência.

Refrão:

Já disse com muito veneno

Zulaiê Cobra numa piada de salão:

Na República dos Bandidos,

O chefe é o Bandidão (bis)

Lula, alienado como um mongol,

Repete que não sabe de nada não.

Que tudo é tramóia das elites,

Que querem pisá-lo no chão.

Apesar das 80.000 notas frias de Valério,

Lula diz que não existe mensalão.

A gente manda o homem pro Pinel

Ou para uma cela do cadeião?

Refrão...

Muito antes da roubalheira atual,

Já tinha malandro de montão.

A CPI do Banestado foi enterrada

Por mais de um Mentor de plantão.

Atendendo a petistas e tucanos,

As investigações foram pro lixão.

Isso prova que Lula e FHC

São gêmeos siameses, mermão!

Refrão...

A máfia não gosta só de dólares

Pra forrar o largo cuecão.

Tem contas em paraísos fiscais,

Pra enfrentar qualquer furacão.

Enquanto prega o desarmamento,

Põe na cintura um tresoitão.

De Toninho do PT a Celso Daniel

Já foram nove pro caixão.

Refrão...

Não é só de dinheiro

Que vive a Bancada do Mensalão.

Alugaram uma casa em Brasília

Pra dar asas à imaginação.

Contrataram as meninas de Mary Corner

Pra baixar o tesão.

O professor estava certo

Ao bater no Zé com o bengalão.

Refrão...

O comunista Aldo "Dia do Saci" Rebelo,

Foi eleito pela  Frente do Mensalão.

Ateu, o substituto de Severino

Falou a frase mais engraçada da estação:

Pediu para que o coronel Nhô Cêncio

Não brigasse, “pelo amor de Deus!”, no verde salão.

Arthur Virgílio e o grampinho ACM Neto

Prometeram dar uma surra no Lula, na mão.

Refrão...

Roberto Jefferson estava certo

Ao apontar o dedo na cara do Frestão:

Sai rapidinho daí, Zé, senão

Você leva o presidente de roldão.

Abi Ackel não viu nada de anormal

Dentro da CPI do Mensalão.

A única coisa que ele enxerga

É pedra preciosa na mão...

Refrão...

A bordo do Air Force 51 (Aerolula),

O presidente passeia pelo sertão.

O Bolsa-Família se tornou

O voto de curral em moderna versão.

Bem-vindo dinheiro de Cuba e de Angola,

E de estatais e fundos de pensão!

Apesar da roubalheira petista,

Lula sobe nas pesquisas de opinião.

Que nação!

 

 Mensalão no STF:

Faltam Lula, Lulinha, o BMG, Romero Jucá,

Daniel Dantas, João Batista de Abreu, Márcio Alaor de Araújo,

Ricardo Annes Guimarães, Flávio Pentagna Guimarães,

Fernando Pimentel, Carlinhos Cachoeira

e Dilma Rousseff, a "filha do mensalão"

 

Provas do envolvimento dos acima citados no Mensalão:






















 

Autópsia da corrupção: Maurício Marinho, dos Correios, recebe propina

Extraído da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira):

Carlos Augusto de Almeida Ramos,[1] mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963[2]), é um empresário brasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.

O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula[3][4]



Leia os textos de Félix Maier acessando o blog e sites abaixo:





 

Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse:

Wikipédia do Terrorismo no Brasil


 

Leia sobre o Movimento Militar de 31 de Março de 1964: O Cruzeiro - 10 de abril de 1964 - Edição extra

Leia sobre os antecedentes do Movimento de 1964 em Guerrilha comunista no Brasil e Apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro

Leia Julgamentos da Contrarrevolução de 1964 – Rachel de Queiroz, Roberto Marinho, Editorial do JB e Luiz Inácio Lula da Silva

Faça o download do ORVIL - O Livro Negro do Terrorismo no Brasil: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

 


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