domingo, 4 de janeiro de 2009

Rainha de Sabá visita o Egito

Félix Maier

11/12/2003

Depois de se encontrar às escondidas com Saddam Hussein na Síria, a nossa Rainha de Sabá chegou ao Egito. Em visita às pirâmides de Gizé, alegre como pinto no lixo, o novo aspirante a "faraó" do Terceiro Mundo e do Terceiro Milênio, em frente à Esfinge, parodiando Napoleão, gritou a plenos pulmões:

- Cinqüenta séculos de História me contemplam! - repetiu 50 vezes, extasiado, para Dona Marisa e o presidente Mubarak, mudando os destinos da História e do calendário universal. Por isso, 2003 passou a ser o Annus Lulae (AL) número 1... E 2004, será AL 2...

Perguntará o amigo, intrigado: por que Rainha de Sabá?

Ora, ingênuo leitor: um presidente que governa um país de miseráveis e doa um cheque de 50 mil dólares (prêmio Príncipe das Astúrias, recebido da Espanha) à perdulária ONU; um presidente que levou valioso regalo a Fidel, recentemente, com a promessa de o BNDES aplicar dinheiro a rodo na Ilha do doutor Castro, ao mesmo tempo em que deixava para as calendas gregas a dívida que Cuba tem com o Brasil (cubanetas); um presidente que enviou um navio-tanque de óleo e 2 bilhões de dólares ao amigo, kamarada e companheiro Chávez, por ocasião da longa greve nacional (venezueletas); um presidente que fará gorda doação de dinheiro a Angola, via Sebrae (angoletas): só um sujeito perdulário como a Rainha de Sabá, que levou riqueza incontável ao Rei Salomão no lombo de muitos camelos, faria uma coisa dessas. E Lula Boeing da Silva, o nosso presidente-voador, a nossa Rainha de Sabá, fez. Como Geisel fez com a Polônia, em meados da década de 1970, deixando um prejuízo ao Brasil de 6 bilhões de dólares - as famigeradas polonetas.

Leia texto completo em http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=27926&cat=Artigos&vinda=S