domingo, 4 de janeiro de 2009

As matriuskas do PT



Félix Maier

11/10/2006

As falcatruas perpetradas pelo governo petista de Lula da Silva fazem lembrar as bonecas russas, as matriuskas. Assim como você “abre” uma matriuska e aparece outra boneca dentro, e outras bonecas vão aparecendo, sucessivamente, assim é o PT, que é acusado, sistematicamente, a cada semana, de cometer mais uma irregularidade. Acontece que as bonecas russas são, geralmente, em número de sete. Já as “bonecas petistas”, essas nunca acabam, chegam próximo a 200, somente no governo Lula. Embora ainda lidere as pesquisas eleitorais, Lula é o verdadeiro e único “Chefe do mensalão” (www.escandalodomensalao.com.br).

A antepenúltima “boneca petista” foi o caso da confecção de 5 milhões de exemplares de “cartilhas”, que apresentavam propaganda do governo. Ao custo de R$ 11 milhões, suspeita-se que o material sequer foi impresso. A penúltima “boneca petista” refere-se às negociações envolvendo um dossiê feito por Luiz Antônio Vedoin, o líder da “máfia das ambulâncias” ou “sanguessugas”, que tentou vender à imprensa por R$ 1,7 milhão, para incriminar José Serra, então líder nas pesquisas para governador em São Paulo e, também, por tabela, arrasar de vez com Geraldo Alckmin. A última “boneca petista” foi aberta por Diogo Mainardi em “Notícias da Itália”, revista Veja de 11/10/2006, pg. 115, que trata da denúncia de corrupção petista com a Telecom Italia. Hoje, quando a polícia prende uma gangue, há quase sempre um petista sendo indiciado: “Quando se vai ao submundo do crime, se encontra alguém do PT” (Geraldo Alckmin, in Correio Braziliense, 17/9/2006, pg. 8).

Veja texto completo em http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=7694&cat=Ensaios&vinda=S