quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Estátua da Liberdade brasileira

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Seminário de Santo Antônio

Seminário Franciscano de Santo Antônio
Agudos - SP

Foi onde estudei durante 5 anos, de 1965 a 1969, quando concluí o Científico. Tempo bom, de estudos e alguma prática de piano. Obrigado, padres-professores! Que saudade!

F. Maier














Coronel Ustra, o factóide número um de Lula

Coronel Ustra, o factóide número um de Lula

Félix Maier

12/12/2008

Conversando com um oficial do Exército, esse me confidenciou que o coronel Ustra é o factóide número um de Lula. Antes de abordar o tema, vamos às origens e manhas dessa palavra.

O termo "factóide" foi criado pelo escritor Arthur Miller e popularizado pelo prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, para quem "governar é criar factóides". Tanto se empenhou em sair nos jornais que até picolé Maia pediu em um açougue – com destaque na imprensa, inclusive fotos. Não importa se a notícia seja verdadeira ou não, se o assunto tenha importância ou não, o que se espera é que a imprensa abrace a figura do político ou a causa de uma organização ou de um grupelho.

O Corinthians, recém-alçado à Primeira Divisão do futebol brasileiro, criou o seu factóide às vésperas do Natal. Com grande estardalhaço, anunciou a contratação de Ronaldo Fofômeno, que teve uma recepção apoteótica na sexta-feira do dia 12/12. Não importa se Fofômeno irá jogar bem ou não, se irá correr ou apenas "rolar" sua figura rechonchuda em campo. O importante é que as camisas 9 com o nome do jogador estão vendendo como pães quentes, além de outros "derivativos" futebolísticos que irão ser acrescidos ao Clube devido ao famoso nome do jogador. Um chargista mostrou Lula apresentando Ronaldo aos fãs: "O Natal vai ser gordo para os corintianos"...

-Tarso, saca aí o nome do Ustra mais uma vez! – telefonou Lula pela trigésima vez nos últimos três anos.

E Tarso Genro mais uma vez sacou o nome do coronel Ustra para desviar as atenções da mídia sobre algumas ações praticadas pelo governo federal, normalmente mais uma maracutaia feita por um dos "aloprados" de Lula.

É verdade. O oficial do Exército com quem conversei tem razão em dizer que Ustra é o factóide número um de Lula. Quando aparece na imprensa alguma coisa que macule a figura do Babalorixá de Banânia, como foi o caso do dossiê fabricado na Casa Civil de Dilma "Estela" Rousseff, para desmoralizar FHC, que seria o criador dos cartões corporativos, é hora de chamar o Ustra. E quando aparece na internet um currículo resumido da antiga terrorista da VAR-Palmares (Cfr. http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=5596&Itemid=223), o nome de Ustra deve ser invocado de novo, como em uma ladainha sem fim.

Não que o Ustra seja chamado para conversar com Lula. Ele sempre é chamado para "comparecer" na imprensa, seja nos jornais, na TV ou na Internet. Apenas o nome é chamado, a pessoa física, em carne, osso e alma, nunca é, para uma mesa-redonda na TV, uma entrevista nos jornais ou nas revistas, onde prospera apenas a presença de figurinhas carimbadas da esquerda.

O nome do coronel Ustra estava um tanto esquecido, principalmente depois do rumoroso caso em que Bete Mendes o acusou de "torturador", ocasião em que o oficial era Adido Militar no Uruguai. A calúnia rendeu o livro "Rompendo o Silêncio", em que Ustra desmascarou completamente a petista Bete, Mentes?

No final de fevereiro de 2006, às vésperas de lançar seu segundo livro, "A Verdade Sufocada – A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça", hoje já em terceira edição (ampliada e com índice onomástico), o coronel Ustra recebeu do Tribunal de Justiça de São Paulo uma intimação para se defender das acusações movidas pela Sra. Maria Amélia Teles, do Grupo Tortura Nunca Mais, de que teria sido torturada perante os filhos em 1972. Por que a Sra. Teles só voltou a se lembrar disso 34 anos depois? Andava muito ocupada da vida? Estava em coma profundo esse tempo todo? Ora, está mais do que claro que tudo não passa de uma mentira deslavada, mas que se mostrou um factóide certeiro para as pretensões das esquerdas, tanto para obter mais uma indenização milionária para a desmemoriada, quanto para tentar rever a Lei da Anistia, a seu favor apenas, desprezando a costura política que foi feita em 1979 para aprovar tal acordo. Ao mesmo tempo, o factóide foi criado para tirar o brilho do lançamento da obra de Ustra, um verdadeiro Livro Negro do Terrorismo no Brasil, o qual, apesar do boicote da mídia em geral, chegou a ficar entre os três livros mais vendidos, segundo noticiou o Jornal do Brasil.

A partir de então, Lula não se cansa de repetir o mesmo factóide, como um estribilho que não tem mais fim: - Tarso, saca aí o nome do Ustra.

E Tarso Genro montou um circo junto com Paulo Vannuchi, dos Direitos Humanos (dos Bandidos), para apresentar a publicação de um livro, "Direito à Memória e à Verdade", que seria a versão oficial do período da ditadura militar. De fato, foi uma versão oficial perfeita das esquerdas: os bandidos terroristas são apresentados como heróis, a exemplo de Lamarca e Marighela, enquanto que os militares que combateram a Peste Vermelha são apresentados como facínoras.

- Tarso, saca aí o nome do Ustra – repetiu Lula. E o governo federal providenciou a vinda ao Brasil do juiz socialista espanhol Baltasar "vê aí outra cerveja" Garzón, o factóide internacional por excelência. Provavelmente com tudo pago por nossos cofres públicos do PT: viagem, comida, hotel, translado, aperitivos, palestras, visitas, PT-tour, happy hour etc. Depois de conseguir por um tempo manter detido o ditador Pinochet na Inglaterra, o Torquemada das esquerdas quer também prender Ustra, caluniado por toda a esquerda de "torturador". Quanto aos terroristas e seqüestradores de esquerda que atormentaram o Brasil nas décadas de 1960 e 70, explodindo soldados e civis, nenhum pio foi dado pelo inquisidor espanhol.

A OAB, junto com a ABI, foi rápida em pedir o impeachment de Collor devido a uma simples perua Fiat Elba, depois que não foi explicado convincentemente a origem do dinheiro. O mesmo não ocorre com Lula, que tem um governo mil vezes mais corrupto que Collor, e a OAB simplesmente se cala. Recentemente, a OAB remeteu ação ao Supremo, para que acolha a "tortura" como crime inafiançável e imprescritível, cujo endereço é apenas um: a figura de Ustra. (– OAB, saca aí o nome do Ustra! - deve ter telefonado Lula em mais um de seus apuros.) Não será surpresa se a população brasileira democrata vier a denominar aquele órgão, uma das forças falangistas de Lula, junto com o MST, a CUT, a UNE, o PCdoB, a CNBdoB e outros grupelhos esquerdosos, como sendo uma Organização de Ajuda aos Bandidos (OAB).

- Tarso, saca aí o nome do Ustra. E Tarso Genro providenciou a vinda de um emissário submarino da ONU para mais uma vez encher a imprensa de artigos, a maioria pedindo, exigindo, quase impondo que Ustra fosse preso. Não importa se o próprio presidente do STF, Gilmar Mendes, já tenha alertado aos fabricantes de factóides, de que a Lei da Anistia vale tanto para "torturadores" quanto "terroristas" – uma mensagem clara para antigos terroristas como Dilma Rousseff, Franklin Martins, Carlos Minc, só para ficar com alguns nomes dos ministros de Lula -, e que uma revisão dessa lei iria afetar tanto uns quanto outros, por serem os crimes de tortura e de terrorismo imprescritíveis e inafiançáveis. Claro, a partir da publicação da Constituição de 1988, não antes, porque a lei não pode retroagir a não ser para beneficiar o réu. Isso não importa, nunca importou para a escumalha esquerdista. O que importa é torturar a vida de Ustra e sua família, ao mesmo tempo em que se extorque seu dinheiro perdido com advogados.

E assim segue a vida torturante do coronel Ustra, em que a mídia subserviente e imoral abraça com vigor os factóides de Lula e seu digníssimo comissário do povo, Tarso Genro, em uma safadeza sem fim. Para Lula, "sifu" o Ustra e toda sua família, que devem ser torturados psicologicamente até à morte. O que importa são os factóides criados por seu governo para lavar a sujeira feita nos porões dos palacetes corruptos de Brasília, especialmente se o factóide for o nome do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o preferido de Lula, o factóide número um.

Conteúdo antigo de Mídia Sem Máscara está de volta!

3/12/2008

Mídia Sem Máscara

http://www.midiasemmascara.org/

Amigos,

O antigo conteúdo de Mídia Sem Máscara (MSM) está de volta! Infelizmente, alguns textos antigos estão truncados (incompletos). O administrador do site promete sanar o problema em breve.

Como vocês devem estar lembrados, o MSM ficou 3 semanas "fora do ar" no início de setembro por conta da ação de um hacker - provavelmente um petralha -, e estava um tanto capenga.

Para acessar todos os meus textos no MSM, clique em http://www.midiasemmascara.org/?tag=felix-maier.

Att,

F. Maier

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Newsletter 3 de dezembro de 2008

Conteúdo antigo do Mídia Sem Máscara está de volta

Os artigos publicados pelo MÍDIA SEM MÁSCARA entre Agosto de 2002 e Setembro de 2008 foram inseridos na nova página do MSM.

Esclarecemos aos leitores que ajustes ainda serão feitos em relação ao formato e o conteúdo e convidamos o público a visitar o MSM.

Atenciosamente,

Editoria MÍDIA SEM MÁSCARA

Saiba mais

O que é o Mídia Sem Máscara: http://www.midiasemmascara.org/?page_id=2

CanalMSM - O espaço do Mídia Sem Máscara no youtube: http://www.youtube.com/CanalMSM
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Chico Vermelho e a nostalgia da chibata

Preconceito racial diminui no Brasil. Mas persiste a nostalgia da chibata!

Félix Maier

23/11/2008

Enquanto o preconceito racial diminui entre a população brasileira, o governo do Babalorixá de Banânia faz de tudo para que essa desgraça só aumente:

1) criação de cotas racistas para ingresso de negros nas universidades, abolindo-se o critério do mérito e jogando-se a Constituição no esgoto;

2) inauguração de uma estátua para o marinheiro-arruaceiro João Cândido, no Rio de Janeiro, alcunhado por muitos idiotas como "almirante negro";

3) a expansão de guetos racistas por meio da criação descontrolada de núcleos quilombolas (o "MST dos negros");

4) lei Paim (Estatuto da Igualdade Racial), que pretende dividir a população brasileira entre brancos e negros - aí incluídos os mulatos e pardos.

Além dos guetos quilombolas, o Brasil está sendo balcanizado pela criação desordenada de reservas indígenas e guetos do MST, todos de inspiração socialista.

É o Brasil a caminho rápido para o Brasilistão, uma mistura de Brasil com Afeganistão, cada tribo com seus senhores e servos!

Seria a nostalgia da chibata?

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24 a 28/11/2008

Petralha fanfarrão diz que Marinha pratica o racismo‏

Amigos,

Abaixo uma pequena "flame war" (guerrilha eletrônica) feita com um petralha, um tal de Francisco Barros, a quem eu já chamei neste site de "Chico Vermelho" (Cfr. http://www.dominiocultural.com/ver_coluna.php?id=9160) .

Abraços e um bom fim de semana!

Att,

F. Maier

RE: Fascicomunista tem nostalgia da chibata!‏

De: Félix Maier (ttacitus@hotmail.com)
Enviada: sexta-feira, 28 de novembro de 2008 16:39:52
Para: Francisco Barros (francisbar@oi.com.br)

Não é um fanfarrão como você que vai me dizer o que eu tenha que falar ou escrever - como pretendeu me induzir ao racismo com a sua frase cor-de-rosa de boiola, aí abaixo [agora, me mande de volta um e-mail dizendo que estou errado, que NEGRO TEM MAIS É QUE LEVAR CHIBATADAS, para que eu te meta na cadeia.]. Atenha-se ao que foi escrito por mim, não ao que sai de sua cabeça cheia de merda.

Naquele escrito que tanto o incomodou, eu lembrei a você, burro velho, que os castigos físicos se aplicavam na época a todos os subalternos militares, também do Exército, não só da Marinha. Portanto, esses castigos eram aplicados a TODOS os subalternos, não somente aos NEGROS, como você deduz por conta própria. Afinal, a escravidão já havia acabado uns 20 anos.

Se você é o machão que diz ser, processe a Marinha, por racismo! Calúnia dá processo! E aí, tá cagando fininho?


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From: francisbar@oi.com.br
To: ttacitus@hotmail.com
Subject: Re: Fascicomunista tem nostalgia da chibata!
Date: Fri, 28 Nov 2008 01:10:41 -0200
Já deu para perceber que você, além de um covarde nojento, não entende nadica de nada dos costumes da Marinha...
Vá se informar melhor, ô vira-latas!

----- Original Message -----
From: Félix Maier
To: Francisco Barros
Sent: Friday, November 28, 2008 12:51 AM
Subject: RE: Fascicomunista tem nostalgia da chibata!

Deixa de proferir mentiras: a Marinha não seleciona ninguém por raça, seu idiota. Calúnia dá processo!


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From: francisbar@oi.com.br
To: ttacitus@hotmail.com
Subject: Re: Fascicomunista tem nostalgia da chibata!
Date: Fri, 28 Nov 2008 00:38:28 -0200

Félix Babaca: demorei um pouco para responder à sua ultima diatribe porque estava acampado no Pantanal, curtindo uma pescaria.
Portanto, agora que já descamei e comi uns peixinhos deliciosos, vamos ao que interessa:
Na merdalhança escrita pelo almirante Alfredo Karan, lá está: " ...onde estava servindo João Candido Felisberto, um marinheiro de RAÇA NEGRA...".
Por que Karan teve que informar que o marinheiro era da "raça" negra? Aliás, raça é coisa de cachorro... Tinha alguma importância esse detalhe no contexto histórico? Ou era, apenas, para registrar a sua aversão aos negros, "uma raça inferior, que tinha que levar chibatadas", segundo seu pensamento (seu e do Karan!)?
Está vendo como sua defesa do Karan é completamente furada? Quando eu lhe informei que, visitando a Escola Naval neste segundo semestre de 2008, não vi um único aluno negro, é porque a Marinha de hoje, assim como a de 1910, ainda seleciona seus integrantes por RAÇA!
Félix, seu imbecil: saiba que discriminação racial é crime inafiançável!
Agora, me mande de volta um e-mail dizendo que estou errado, que NEGRO TEM MAIS É QUE LEVAR CHIBATADAS, para que eu te meta na cadeia.
Vamos lá, cara! Mostre que você é um HOMEM DE VERDADE, conforme tenta fazer crer à massa ignara que lê os seus escritos fedendo a xulé...

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Chico Vermelho e sua nostalgia da chibata...

Resposta à tréplica de Chico Vermelho de raiva, o fascicomunista que tem nostalgia da chibata!

Félix Maier

24/11/2008

Lá vem Chico Vermelho, o fascista-comunista, querendo me dar aula de História! Era só o que faltava!

João Cândido pode ser "almirante negro" para idiotas como você e pras negas dele, quando ancorava nos portos para "trocar óleo". Para o Brasil, ele não passa de um assassino, já que desencadeou uma revolta que provocou várias mortes.

Se você não encontrou nenhum sujeito "bronzeado" na Marinha é porque você não passa de um cretino, porque lá existem muitos homens de cor. Talvez não um negro puro, o que hoje já é muito difícil de ser encontrado no Brasil, devido à miscigenação de sua gente. Mas mulato, eu tenho certeza de que existem muitos na Marinha. A propósito: por que vocês chamam a Camila Pitanga de "negra" (como ela mesma se autodenomina), se ela é apenas uma morena clara, tendo sangue europeu e africano - portanto uma "euro-africana", não uma "afro-brasileira", como prega a enrolação linguística do movimento negro? Para a marujada não vale esse embuste que vocês empregam todo dia, transformando mulatos, morenos e pardos em negros retintos, do tipo zulu?

Só um babaca como você poderia dizer que a Marinha é racista e não aceita negros. Onde isto está escrito, seu mentiroso? Calúnia é o forte de todo petralha. Mas garanto que nenhum branco consiga entrar no grupo de percussão Timbalada... Se na Marinha não existem "negros" na quantidade que você gostaria de ver, é porque eles não estão interessados em vestir farda. Devem ter outras prioridades - como jogar futebol, ser cantor de "raiz", criar grupos de pagode e percussão, ir atrás de profissões mais rentáveis que a dos militares. Hoje em dia, como já ocorre há muito tempo, as Forças Armadas estão abertas a todos os jovens brasileiros, independente da cor da pele. Se existe algum obstáculo, esse impecilho é a falta de estudo dos jovens, e o culpado disso não é a cor da pele das pessoas, mas a situação lastimável de nosso ensino básico e fundamental, que está falido.

Quanto à sua suposição de que, se algum oficial da Marinha tivesse comparecido à solenidade, poderia ser expulso a pontapés, isto prova que você e a cambada que lá estava não passam de fascistas, pois não admitem que ninguém que pensa o contrário possa participar de atos públicos - mesmo quando esse ato não passa de um circo montado pelo Babalorixá de Banânia para homenagear terroristas, assassinos e assaltantes de bancos - como frisou Lula ao elogiar Marighela e outros criminosos.

Nada mais justo você pensar assim: nazismo significa, literalmente, "nacional-socialismo", que é a doutrina que todo comunista brasileiro abraça com carinho, seja com "o petróleo é nosso" (claro, dos petroleiros...), seja com "a Vale é nossa" e outras bobagens. Quando esse nacional-socialismo se mistura com o nacionalismo de alguns militares, aí nós temos o avanço do atraso total, que foram as duas décadas perdidas do Brasil em termos de avanço científico, ao ser criada a "reserva de informática" que apenas fabricava produtos piratas caros e defasados tecnologicamente.

Quem precisa aprender História é você, burro velho, que vê tudo pela ótica marxista, nada mais, e pretende reescrever a História nacional mediante um revisionismo tosco, sem levar em conta os costumes de cada época. Os castigos físicos, na época do almirante de araque arruaceiro, eram comumente aplicados a todos os subordinados, não só no Brasil, mas em várias Forças Armadas do mundo. E não era por causa da cor bronzeada de seus soldados. O Exército Brasileiro também aplicava castigos físicos aos sargentos e à soldadesca, porém nunca se viu um motim nas mesmas proporções da "revolta da chibata".

A propósito: quando eu entrei na escola, era comum o uso da palmatória pelas professoras do primário. Era um costume da época que hoje só faz sentido como registro histórico. Não será por isso que irei, agora, ao Grupo Escolar para fazer protestos contra a Diretora, nem espinafrar os professores de hoje, que nada tem a ver com o que acontecia naquela época. Da mesma forma, erguer estátua a um arruaceiro de outrora e tratá-lo como um herói nacional, como um Spartacus brasileiro, tem uma única finalidade: espinafrar ainda mais as Forças Armadas, mormente a Marinha, em mais um ato de vil revanchismo. Vindo tal ato do comandante-em-chefe das Forças Armadas prova que não temos um presidente da República, mas um agitador salafrário que se presta a espalhar confusão e caos entre os militares.

Cada tempo tem seu costume. No futuro, seremos também criticados por muitas coisas que fazemos hoje e achamos que são corretas. Transportar os costumes do tempo do onça para os dias de hoje, e tecer críticas, querendo voltar no túnel do tempo para tentar corrigir costumes que hoje não são mais aceitos, é ignorância pura ou patifaria total. Não há nada a se fazer, já que chibatadas não são mais desferidas nos traseiros dos soldados.

Quanto à má formação genético-cultural-sexual a que você se referiu, isto prova que você sabe muito bem do que se trata: você não passa de uma aberração da natureza. Porque somente patifes comunistas (desculpe o pleonasmo) como você apóiam ditaduras maoístas, stalinistas, cambojanas, cubana, etc. e os grupos terroristas brasileiros das décadas de 1960 e 70, que promoveram a morte de mais de 100 milhões de pessoas no século passado. Você deve ter vibrado com a reunião de 70 partidos terroristas comunistas que se reuniram no centro de São Paulo no final de semana passado. Só patifes como você apóiam as torturas na antiga URSS (empalamentos, gulags, etc.), as "leoneiras" ainda existentes em Cuba e a execução de dissidentes na China de hoje, ao mesmo tempo em que reclama de algumas palmadas que marinheiros levavam na bunda num passado já distante.

De toda essa história envolvendo o "almirante de araque" arruaceiro que vocês tanto veneram, eu consigo extrair apenas uma conclusão: deve ser a nostalgia da chibata...
Lá vão, então, 100 chibatadas no bundão de sua bunda sem-vergonha...

F. Maier

***

Tréplica de Chico Vermelho de raiva:

From: francisbar@oi.com.br
To: ttacitus@hotmail.com
Subject: Re: Fascicomunista sem-vergonha!
Date: Mon, 24 Nov 2008 19:32:39 -0200

FF (Félix Fascista):seus escritos demonstram que você é dominado por sentimentos preconceituosos, adquiridos, provavelmente, por má-formação genética, cultural ou, até mesmo, sexual. Nesse caso do João Cândido, por exemplo, você passa atestado de ignorante de nossa História Pátria. O almirante Karan escrever aquela baboseira, eu até compreendo (a Marinha, até hoje, é extremamente racista, odeia negros - vide se tem algum aspirante de cor na Escola Naval - eu estive lá há uns dois meses, e dos 700 e poucos alunos, não vi NENHUM NEGRO). Além disso, se o Comando da Marinha enviasse à Praça XV um respresentante para a homenagem a João Cândido, é provável que o clima iria esquentar - afinal, o grande "Almirante Negro" foi perseguido até à morte (em 1969) pela oficialidade naval, que jamais o perdoou pelos acontecimentos de 1910. Aliás, àquela época, todos foram anistiados pelo Governo e, logo após, presos, torturados e assassinados. João Cândido também não foi morto devido à grande repercussão de seu nome da imprensa (nacional e internacional), elevado que foi ao pedestal dos grandes heróis brasileiros. Isto tudo está na História, basta você conferir...
De qualquer maneira, já que você é um neófito nesse tema, aí vai uma pequena colaboração que pesquei na internet. Aprimore seus conhecimentos!

***

Mensagem recebida de Chico Vermelho:

João Cândido‏

De: Francisco Barros (francisbar@oi.com.br)
Enviada: segunda-feira, 24 de novembro de 2008 0:25:48
Para: ttacitus@hotmail.com
Félix Maier;

li seu comentário a respeito da infeliz declaração de um ex-ministro da ditadura a respeito do herói João Cândido, que acabou com o castigo da chibata na Marinha. Você afirma que "Fez muito bem a Marinha em não mandar nenhum representante ao circo montado por Lula para homenagear um "almirante de araque", o marinheiro-arruaceiro João Cândido (F. Maier).

Joâo Cândido arruaceiro? Você já leu alguma coisa sobre a Revolta da Chibata? Deveria se informar melhor, para não ficar publicando asneiras...

João Cândido, com seu movimento, provou que a Marinha (tanto daquele tempo quanto a de hoje) pode muito bem ser operativa contando apenas com os seus graduados e praças (durante a revolta, o encouraçado Minas Gerais, sob o comando de Cândido, fez manobras geniais dentro e fora da baía da Guanabara, sob os olhares incrédulos da oficialidade boçal que a tudo assistia do antigo cais Pharoux).

Se a Marinha não mandou nenhum representante ao evento, é porque ela (e as demais forças) ainda não se aclimataram com os ventos da Democracia. Aliás, um oficial da Marinha, se ali comparecesse (principalmente fardado) seria expulso a ponta-pés pelos milhares de brasileiros patriotas que ali foram para prestar essa mais do que justa (e muito tardia) homenagem ao grande herói nacionalDeixa de falar e escrever bobagens, rato fascista!

***

Réplica a Chico Vermelho (24/11/2008):

Chico Vermelho de raiva,

As Forças Armadas (FA) se sustentam na hierarquia e na disciplina. O que o Babalorixá de Banânia fez no Rio de Janeiro, acolitado por um bando de salafrários, foi exaltar as ações de amotinados, o que faz de Lula um promotor da desordem e do caos, não o comandante-em-chefe das FA que deveria ser. E você me vem falar em democracia...

Deve-se analisar a "Revolta da Chibata" com os critérios históricos que então eram válidos, não através de um revisionismo tolo, como defendido por você, uma "repaginação" marxista feita pelos sociólogos comunistóides da atualidade, que querem promover um reles arruaceiro a "almirante negro".

Quanto a me chamar de "fascista", esse termo não me atinge em absoluto, porque não existe nada mais fascista do que o governo Lula que você tanto apóia. Tanto isso é verdade que o Babalorixá de Banânia tem mais poder do que Mussolini, com suas falanges autoritárias que lhe dão sustentação política, e por isso ainda não sofreu impeachment, apesar de ser mil vezes mais corrupto que o governo de Collor: Foro de São Paulo, MST ("braço armado do PT"), UNE, CUT, PCdoB, OAB, ABI, CNBdoB, ONGs pilantrópicas, partidos aliados, cooptação da sociedade civil (universidades, empresários - especialmente banqueiros -, o meio cultural, etc.).

Fascista, portanto, é você, Chico Vermelho, junto com toda essa corja de petralhas apátridas que tomaram o poder no Brasil.

Vê se me esquece, fascicomunista sem-vergonha!

F. Maier

Zumbi - um escravocrata, o Movimento Negro e os Quilombolas


Setor de Diversões Sul, Brasília, DF

Zumbi - um escravocrata, o Movimento Negro e os Quilombolas

Félix Maier

20/11/2008

Hoje, dia 20/11, comemora-se em todo o Brasil o Dia da Consciência Negra e é feriado em 225 municípios. E o Dia da Consciência Amarela, quando é? Dia da Consciência, sim: mas não negra, nem branca, nem amarela, nem vermelha, muito menos azul! Apenas, DIA DA CONSCIÊNCIA!

Trecho de meu texto Bantustolas: Os bantustões dos quilombolas, o MST dos negros (Cfr. em http://www.webartigos.com/articles/3103/1/bantustolas-os-bantustoes-dos-quilombolas-o-mst-dos-negros/pagina1.html):

"Antropólogos da Universidade de Brasília (UnB) criaram um mapa do Brasil com a existência de 2.228 quilombos. A Fundação Palmares, ONGs e bantustolas já aumentaram esse número para próximo de 5.000. FHC concedeu, em oito anos, um Estado de São Paulo inteiro ao messetê, a um custo de cerca de R$ 25 bilhões. Nesse favelão apocalíptico, somente 9% dos assentados conseguem viver de seu próprio trabalho, 91% vivem de passeatas e cestas básicas. O insumo agrícola que esses falsos trabalhadores rurais recebem não é grão de milho ou de soja, mas pano vermelho, para confecção de bandeiras, bonés e camisas. Os 5.000 bantustões negros requeridos pelos bantustolas têm uma área superior a cinco Estados do Rio de Janeiro. E assim, de 'carambola' em 'quirombola', os quilombolas criados pelo Incra deitam e rolam. Felizes bantustolas!"

"Barreto lembra como o movimento negro substituiu a bondosa Princesa Isabel por Zumbi, um escravocrata que espalhava o terror nas populações vizinhas a partir do Quilombo dos Palmares. O autor apresenta uma prova de que 'Zumbi mantinha escravos de tribos inimigas para os trabalhos do quilombo', tirada do livro Divisões Perigosas, de José de Souza Martins (Ed. Civilização Brasileira, Rio, 2007, pg. 99): 'Os escravos que se recusavam a fugir das fazendas e ir para os quilombos eram capturados e convertidos em cativos dos quilombos. A luta de Palmares não era contra a iniqüidade desumanizadora da escravidão. Era apenas recusa da escravidão própria, mas não da escravidão alheia. As etnias de que procederam os escravos negros do Brasil praticavam e praticam a escravidão ainda hoje, na África. Não raro capturavam seus iguais para vendê-los aos traficantes. Ainda o fazem. Não faz muito tempo, os bantos, do mesmo grupo lingüístico de que procede Zumbi, foram denunciados na ONU por escravizarem pigmeus nos Camarões'" (Nelson Ramos Barretto, in A Revolução Quilombola, pg. 20).

"O racismo quilombola teve grande impulso com FHC que na deliberação do Programa Nacional dos Direitos Humanos, criado em 1996, deu início à divisão do Brasil em um país bicolor: 'Determinar ao IBGE a adoção do critério de se considerar os mulatos, os pardos e os pretos como integrantes do contingente de população negra'. Assim, os negros mestiços, ainda que tenham 50% de sangue europeu, passam a ser tratadas como africanos puros, um absurdo! Com uma penada, FHC pretendeu acabar com uma instituição nacional, a 'mulata'."

"'Com este jogo de conceitos, o censo, que apresentava 51,4% da população brasileira como sendo branca, 5,9% como negra e 42% como parda, com o advento da nova expressão fez com que a população negra passasse a constituir 47,9% dos brasileiros. Diante dos números aima, foi criado o slogan: ‘No Brasil a pobreza tem cor, e ela é negra’. A causa da pobreza dos negros seria um ‘racismo escondido’. O governo, em vez de combater a pobreza com os instrumentos clássicos de educação de qualidade, geração de emprego, fortalecimento da família e de valores morais, com amor ao trabalho e à poupança, vem criando uma série de programas de incitamento à revolta, resultando em invasões de propriedades e desrespeito às decisões judiciais' (pg. 11-12)."

"O racismo quilombola tenta se aperfeiçoar ainda mais, com base no Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 213/2003, de autoria do senador Paulo Paim (PT/RS), que 'institui o Estatuto da Igualdade Racial', uma constituição paralela para os negros, como diz Barreto, um verdadeiro Apartheid: 'Não se trata de igualar os direitos para todas as raças, mas de fazer uma divisão, um verdadeiro Apartheid, separando os negros em seus direitos à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à cultura, e em todos os demais, como se isso já não fosse garantido na Constituição a todos os brasileiros sem distinção de raça' (pg. 33). Um desses projetos segregacionistas já em vigor é o sistema de 'cotas raciais', em que estudantes têm direito a ingressar na universidade por conta apenas da cor de sua pele negra ou nem tão negra assim – um ato inconstitucional que os juízes do STF já deveriam ter derrubado logo no início, caso não estivessem comendo moscas e aceitando a demagogia e a pilantragem do movimento negro."

Obs.: "Bantustola" é um neologismo que criei. Significa "bantustão" + "quilombola" - obviamente, trata-se dos quilombolas fajutos, não os verdadeiros, que merecem nosso respeito e têm o direito de preservar sua cultura e suas terras, como manda a Constituição (F. Maier).

P.S.: Frei Betto, em Casa Branca, presidente negro (Correio Braziliense, 21/11/2001, pg. 21), merece aplausos por estes dois parágrafos:

"Por falar em palavras, uma que precisa perder espaço nos dicionários e em nosso vocabulário é raça, quando aplicada a seres humanos. Segundo a biologia, ela não existe. Há tão-somente a espécie humana. Nossas individualidades e identidades não são construídas a partir da coloração epidérmica, e sim da multidimensionalidade de nossa interação social. Portanto, não faz sentido falar em Estatuto da Igualdade Racial ou em Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.

Precisamos construir uma sociedade e uma cultura desracionalizadas. Como afirma o cientista Sérgio Danilo Pena, do Projeto Genoma Humano, 'um pensamento reconfortante é que, certamente, a humanidade do futuro não acreditará em raças mais do que acreditamos hoje em bruxaria. E o racismo será relatado no futuro como mais uma abominação histórica passageira, assim como percebemos hoje o disparate que foi a perseguição às bruxas' ".

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Revista Veja

História

O enigma de Zumbi

Estudos recentes sobre o herói da luta contra a escravidão mostram que ele próprio pode ter sido dono de escravos no quilombo dos Palmares

Leandro Narloch

Idéia exótica

Negro retratado no Brasil do século XVII pelo pintor holandês Albert Eckhout: na época, o conceito de igualdade entre os homens não existia na África

Na próxima quinta-feira, 262 cidades brasileiras comemoram o Dia da Consciência Negra, data que evoca a morte de Zumbi dos Palmares. Último líder do maior dos quilombos, os povoados formados por negros fugidos do cativeiro no Brasil colonial, Zumbi foi morto em 20 de novembro de 1695, quase dois anos depois de as tropas do bandeirante paulista Domingos Jorge Velho praticamente destruírem Palmares. Ao longo dos séculos, Zumbi se tornou uma figura mítica, festejado como o herói da luta contra a escravidão. O que realmente se sabe dele, como personagem histórico, é muito pouco. Seu nome aparece apenas em oito documentos da época, incluindo uma carta do governador de Pernambuco anunciando sua morte. Como ocorre com Tiradentes e outros heróis históricos que servem à celebração de uma causa, a figura de Zumbi que passou à posteridade é idealizada. Ao longo do século XX, principalmente nos anos 60 e 70, sob influência do pensamento marxista, Palmares foi retratada por muitos historiadores como uma sociedade igualitária, com uso livre da terra e poder de decisão compartilhado entre os habitantes dos povoados. Uma série de pesquisas elaboradas nos últimos anos mostra que a história de Zumbi e do quilombo dos Palmares ensinada nos livros didáticos tem muitas distorções. Muito do que se conta sobre sua atuação à frente do quilombo é incompatível com as circunstâncias históricas da época. O objetivo desses estudos não é colocar em xeque a figura simbólica de Zumbi, mas traçar um quadro realista, documentado, do homem e de seu tempo.

Os novos estudos sobre Palmares concluem que o quilombo, situado onde hoje é o estado de Alagoas, não era um paraíso de liberdade, não lutava contra o sistema de escravidão nem era tão isolado da sociedade colonial quanto se pensava. O retrato que emerge de Zumbi é o de um rei guerreiro que, como muitos líderes africanos do século XVII, tinha um séquito de escravos para uso próprio. "É uma mistificação dizer que havia igualdade em Palmares", afirma o historiador Ronaldo Vainfas, professor da Universidade Federal Fluminense e autor do Dicionário do Brasil Colonial. "Zumbi e os grandes generais do quilombo lutavam contra a escravidão de si próprios, mas também possuíam escravos", ele completa. Não faz muito sentido falar em igualdade e liberdade numa sociedade do século XVII porque, nessa época, esses conceitos não estavam consolidados entre os europeus. Nas culturas africanas, eram impensáveis. Desde a Antiguidade e principalmente depois da conquista árabe no norte da África, a partir do século VII, os africanos vendiam escravos em grandes caravanas que cruzavam o Deserto do Saara. Na época de Zumbi, a região do Congo e de Angola, de onde veio a maioria dos escravos de Palmares, tinha reis venerados como se fossem divinos.

Muitos desses monarcas se aliavam aos portugueses e enriqueciam com a venda de súditos destinados à escravidão.

A caça e o caçador

Zumbi e o bandeirante Domingos Jorge Velho, que destruiu Palmares: a escassez de documentos favoreceu versões romantizadas de como era a vida no quilombo
"Não se sabe a proporção de escravos que serviam os quilombolas, mas é muito natural que eles tenham existido, já que a escravidão era um costume fortíssimo na cultura da África", diz o historiador carioca Manolo Florentino, autor do livro Em Costas Negras, uma das primeiras obras a analisar a história do Brasil com base nos costumes africanos. Zumbi, segundo os novos estudos sobre Palmares, seria descendente de uma classe de guerreiros africanos que ora ajudava os portugueses na captura de escravos, ora os combatia. Quando enviados ao Brasil como escravos, os nobres africanos freqüentemente formavam sociedades próprias – uma delas pode ter sido Palmares. Para chegar a esse novo retrato de Zumbi e do quilombo, os historiadores analisaram as revoltas escravas partindo de modelos parecidos que ocorreram em outros lugares da América e da África. Também voltaram às cartas, relatos e documentos da época, mostrando como cada historiografia montou o quilombo que queria.

O principal historiador a reinterpretar o que ocorreu nos quilombos é o carioca Flávio dos Santos Gomes. Ele escreve no livro Histórias de Quilombolas: "Ao contrário de muitos estudos dos anos 1960 e 1970, as investigações mais recentes procuraram se aproximar do diálogo com a literatura internacional sobre o tema, ressaltando reflexões sobre cultura, família e protesto escravo no Caribe e no sul dos Estados Unidos". Atendo-se às fontes primárias e ao modo de pensar da época, os historiadores agora podem garimpar os mitos de Palmares que foram construídos no século XX.

O novo quilombo dos Palmares

Estudos recentes mudam a visão que predominou no século XX sobre os povoados

O que se pensava

• O quilombo era uma sociedade igualitária, com uso livre da terra e poder de decisão compartilhado
• Zumbi lutava contra a escravidão
• Zumbi foi criado por um padre, recebeu o nome de Francisco e aprendeu latim
• Ganga-Zumba, líder que antecedeu Zumbi, traiu o quilombo ao fechar acordo com os portugueses
O que se pensa hoje
• Havia em Palmares uma hierarquia, com servos e reis tão poderosos quanto os da África
• Zumbi e outros chefes tinham seus próprios escravos
• As cartas em que um padre daria detalhes da infância de Zumbi provavelmente foram forjadas
• Ao romper o acordo com Portugal, Zumbi pode ter precipitado a destruição do quilombo

Corrupção no Brasil: Um verdadeiro acervo histórico

19/11/2008

Amigo leitor,

Os escândalos e a corrupção eram contados até 10 durante os últimos governos dos militares (Geisel e Figueiredo) e de Sarney, porém chegaram quase à meia centena durante o governo FHC. Nos dois governos Lula, esse número chega às centenas - ainda com dois longos anos de corrupção pela frente.

Com Dilma Rousseff em 2011, provavelmente chegaremos a milhares de escândalos, se prevalecer o "viés de alta" da corrupção brasileira...

Pena que muitos dos links da Wikipédia estão em fase de edição, não constando nada a respeito do assunto. Uma pena!

Att,

F. Maier

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UM VERDADEIRO ACERVO HISTÓRICO

Progressão do aprendizado delitivo no eterno 'País do Futuro'.

Veja a cronologia da corrupção, com links, em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=79843

Ensino religioso: Acordo Bilateral Brasil-Vaticano

Preâmbulo

F. Maier

19/11/2008

Muitos articulistas escreveram que o acordo assinado entre o Brasil e a Santa Sé a respeito do ensino religioso nas escolas, no dia 13/11/2008, durante a última viagem de Lula ao Vaticano, levaria o Brasil de volta à Idade Média.

Observando-se estritamente o texto do acordo, conclui-se que o ensino religioso é, sim, previsto nas escolas públicas do ensino fundamental do Brasil, porém a matrícula do aluno nessa matéria é facultativa, como prevê o Art. 11 do Acordo:

"Artigo 11

A República Federativa do Brasil, em observância ao direito de liberdade religiosa, da diversidade cultural e da pluralidade confessional do País, respeita a importância do ensino religioso em vista da formação integral da pessoa.

§1º. O ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição e as outras leis vigentes, sem qualquer forma de discriminação."


Espera-se que os alunos católicos tenham salas de aula próprias, com professores teólogos também católicos, o mesmo ocorrendo com outras denominações religiosas, como os protestantes, os espíritas etc.

O que não pode ocorrer é botar um sociólogo ou um antropólogo para ensinar "religião", de uma forma geral, ao estilo "Nova Era", em que tudo é relativizado e nivelado por baixo. Para isso já existe o professor de História, que discorre sobre o Cristianismo, a Reforma Protestante, a Contra-Reforma, o Islamismo, o Budismo etc. O que não pode acontecer em nenhuma hipótese é falsos educadores de religião botar minhocas nas cabeças de nossas crianças e de nossos adolescentes, que aceitariam para si todas as religiões como verdadeiras, o que significa que não seguiriram nenhuma de coração.

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Ato assinado por ocasião da Audiência Privada do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva com Sua Santidade o Papa Bento XVI - Vaticano, 13 de novembro de 2008

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A SANTA SÉ RELATIVO AO ESTATUTO JURÍDICO DA IGREJA CATÓLICA NO BRASIL

A República Federativa do Brasil e A Santa Sé (doravante denominadas Altas Partes Contratantes),

Considerando que a Santa Sé é a suprema autoridade da Igreja Católica, regida pelo Direito Canônico; Considerando as relações históricas entre a Igreja Católica e o Brasil e suas respectivas responsabilidades a serviço da sociedade e do bem integral da pessoa humana;

Afirmando que as Altas Partes Contratantes são, cada uma na própria ordem, autônomas, independentes e soberanas e cooperam para a construção de uma sociedade mais justa, pacífica e fraterna;

Baseando-se, a Santa Sé, nos documentos do Concílio Vaticano II e no Código de Direito Canônico, e a República Federativa do Brasil, no seu ordenamento jurídico;
Reafirmando a adesão ao princípio, internacionalmente reconhecido, de liberdade religiosa;

Reconhecendo que a Constituição brasileira garante o livre exercício dos cultos religiosos;

Animados da intenção de fortalecer e incentivar as mútuas relações já existentes;

Convieram no seguinte:

Artigo 1º

As Altas Partes Contratantes continuarão a ser representadas, em suas relações diplomáticas, por um Núncio Apostólico acreditado junto à República Federativa do Brasil e por um Embaixador(a) do Brasil acreditado(a) junto à Santa Sé, com as imunidades e garantias asseguradas pela Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, de 18 de abril de 1961, e demais regras internacionais.

Artigo 2º

A República Federativa do Brasil, com fundamento no direito de liberdade religiosa, reconhece à Igreja Católica o direito de desempenhar a sua missão apostólica, garantindo o exercício público de suas atividades, observado o ordenamento jurídico brasileiro.

Artigo 3º

A República Federativa do Brasil reafirma a personalidade jurídica da Igreja Católica e de todas as Instituições Eclesiásticas que possuem tal personalidade em conformidade com o direito canônico, desde que não contrarie o sistema constitucional e as leis brasileiras, tais como Conferência Episcopal, Províncias Eclesiásticas, Arquidioceses, Dioceses, Prelazias Territoriais ou Pessoais, Vicariatos e Prefeituras Apostólicas, Administrações Apostólicas, Administrações Apostólicas Pessoais, Missões Sui Iuris, Ordinariado Militar e Ordinariados para os Fiéis de Outros Ritos, Paróquias, Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.

§ 1º. A Igreja Católica pode livremente criar, modificar ou extinguir todas as Instituições Eclesiásticas mencionadas no caput deste artigo.

§ 2º. A personalidade jurídica das Instituições Eclesiásticas será reconhecida pela República Federativa do Brasil mediante a inscrição no respectivo registro do ato de criação, nos termos da legislação brasileira, vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro do ato de criação, devendo também ser averbadas todas as alterações por que passar o ato.

Artigo 4º

A Santa Sé declara que nenhuma circunscrição eclesiástica do Brasil dependerá de Bispo cuja sede esteja fixada em território estrangeiro.

Artigo 5º

As pessoas jurídicas eclesiásticas, reconhecidas nos termos do Artigo 3º, que, além de fins religiosos, persigam fins de assistência e solidariedade social, desenvolverão a própria atividade e gozarão de todos os direitos, imunidades, isenções e benefícios atribuídos às entidades com fins de natureza semelhante previstos no ordenamento jurídico brasileiro, desde que observados os requisitos e obrigações exigidos pela legislação brasileira.

Artigo 6º

As Altas Partes reconhecem que o patrimônio histórico, artístico e cultural da Igreja Católica, assim como os documentos custodiados nos seus arquivos e bibliotecas, constituem parte relevante do patrimônio cultural brasileiro, e continuarão a cooperar para salvaguardar, valorizar e promover a fruição dos bens, móveis e imóveis, de propriedade da Igreja Católica ou de outras pessoas jurídicas eclesiásticas, que sejam considerados pelo Brasil como parte de seu patrimônio cultural e artístico.

§ 1º. A República Federativa do Brasil, em atenção ao princípio da cooperação, reconhece que a finalidade própria dos bens eclesiásticos mencionados no caput deste artigo deve ser salvaguardada pelo ordenamento jurídico brasileiro, sem prejuízo de outras finalidades que possam surgir da sua natureza cultural.

§ 2º. A Igreja Católica, ciente do valor do seu patrimônio cultural, compromete-se a facilitar o acesso a ele para todos os que o queiram conhecer e estudar, salvaguardadas as suas finalidades religiosas e as exigências de sua proteção e da tutela dos arquivos.

Artigo 7º

A República Federativa do Brasil assegura, nos termos do seu ordenamento jurídico, as medidas necessárias para garantir a proteção dos lugares de culto da Igreja Católica e de suas liturgias, símbolos, imagens e objetos cultuais, contra toda forma de violação, desrespeito e uso ilegítimo.

§ 1º. Nenhum edifício, dependência ou objeto afeto ao culto católico, observada a função social da propriedade e a legislação, pode ser demolido, ocupado, transportado, sujeito a obras ou destinado pelo Estado e entidades públicas a outro fim, salvo por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, nos termos da Constituição brasileira.

Artigo 8º

A Igreja Católica, em vista do bem comum da sociedade brasileira, especialmente dos cidadãos mais necessitados, compromete-se, observadas as exigências da lei, a dar assistência espiritual aos fiéis internados em estabelecimentos de saúde, de assistência social, de educação ou similar, ou detidos em estabelecimento prisional ou similar, observadas as normas de cada estabelecimento, e que, por essa razão, estejam impedidos de exercer em condições normais a prática religiosa e a requeiram. A República Federativa do Brasil garante à Igreja Católica o direito de exercer este serviço, inerente à sua própria missão.

Artigo 9º

O reconhecimento recíproco de títulos e qualificações em nível de Graduação e Pós-Graduação estará sujeito, respectivamente, às exigências dos ordenamentos jurídicos brasileiro e da Santa Sé.

Artigo 10

A Igreja Católica, em atenção ao princípio de cooperação com o Estado, continuará a colocar suas instituições de ensino, em todos os níveis, a serviço da sociedade, em conformidade com seus fins e com as exigências do ordenamento jurídico brasileiro.

§ 1º. A República Federativa do Brasil reconhece à Igreja Católica o direito de constituir e administrar Seminários e outros Institutos eclesiásticos de formação e cultura.

§ 2º. O reconhecimento dos efeitos civis dos estudos, graus e títulos obtidos nos Seminários e Institutos antes mencionados é regulado pelo ordenamento jurídico brasileiro, em condição de paridade com estudos de idêntica natureza.

Artigo 11

A República Federativa do Brasil, em observância ao direito de liberdade religiosa, da diversidade cultural e da pluralidade confessional do País, respeita a importância do ensino religioso em vista da formação integral da pessoa.

§1º. O ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição e as outras leis vigentes, sem qualquer forma de discriminação.

Artigo 12

O casamento celebrado em conformidade com as leis canônicas, que atender também às exigências estabelecidas pelo direito brasileiro para contrair o casamento, produz os efeitos civis, desde que registrado no registro próprio, produzindo efeitos a partir da data de sua celebração.

§ 1º. A homologação das sentenças eclesiásticas em matéria matrimonial, confirmadas pelo órgão de controle superior da Santa Sé, será efetuada nos termos da legislação brasileira sobre homologação de sentenças estrangeiras.

Artigo 13

É garantido o segredo do ofício sacerdotal, especialmente o da confissão sacramental.

Artigo 14

A República Federativa do Brasil declara o seu empenho na destinação de espaços a fins religiosos, que deverão ser previstos nos instrumentos de planejamento urbano a serem estabelecidos no respectivo Plano Diretor.

Artigo 15

Às pessoas jurídicas eclesiásticas, assim como ao patrimônio, renda e serviços relacionados com as suas finalidades essenciais, é reconhecida a garantia de imunidade tributária referente aos impostos, em conformidade com a Constituição brasileira.

§ Unico. Para fins tributários, as pessoas jurídicas da Igreja Católica que exerçam atividade social e educacional sem finalidade lucrativa receberão o mesmo tratamento e benefícios outorgados às entidades filantrópicas reconhecidas pelo ordenamento jurídico brasileiro, inclusive, em termos de requisitos e obrigações exigidos para fins de imunidade e isenção.

Artigo 16

Dado o caráter peculiar religioso e beneficente da Igreja Católica e de suas instituições:

I - O vínculo entre os ministros ordenados ou fiéis consagrados mediante votos e as Dioceses ou Institutos Religiosos e equiparados é de caráter religioso e portanto, observado o disposto na legislação trabalhista brasileira, não gera, por si mesmo, vínculo empregatício, a não ser que seja provado o desvirtuamento da instituição eclesiástica.

II - As tarefas de índole apostólica, pastoral, litúrgica, catequética, assistencial, de promoção humana e semelhantes poderão ser realizadas a título voluntário, observado o disposto na legislação trabalhista brasileira.

Artigo 17

Os Bispos, no exercício de seu ministério pastoral, poderão convidar sacerdotes, membros de institutos religiosos e leigos, que não tenham nacionalidade brasileira, para servir no território de suas dioceses, e pedir às autoridades brasileiras, em nome deles, a concessão do visto para exercer atividade pastoral no Brasil.

§ Unico. Em conseqüência do pedido formal do Bispo, de acordo com o ordenamento jurídico brasileiro, poderá ser concedido o visto permanente ou temporário, conforme o caso, pelos motivos acima expostos.

Artigo 18

O presente acordo poderá ser complementado por ajustes concluídos entre as Altas Partes Contratantes.

§ Unico. Órgãos do Governo brasileiro, no âmbito de suas respectivas competências e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, devidamente autorizada pela Santa Sé, poderão celebrar convênio sobre matérias específicas, para implementação do presente Acordo.

Artigo 19

Quaisquer divergências na aplicação ou interpretação do presente acordo serão resolvidas por negociações diplomáticas diretas.

Artigo 20

O presente acordo entrará em vigor na data da troca dos instrumentos de ratificação, ressalvadas as situações jurídicas existentes e constituídas ao abrigo do Decreto nº 119-A, de 7 de janeiro de 1890 e do Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé sobre Assistência Religiosa às Forças Armadas, de 23 de outubro de 1989.
Feito na Cidade do Vaticano, aos 13 dias do mês de novembro do ano de 2008, em dois originais, nos idiomas português e italiano, sendo ambos os textos igualmente autênticos.

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Ensino Religioso favorece o convívio e o respeito entre sujeitos diferentes

Considerações de um bispo no Brasil a respeito do Acordo entre a Santa Sé e o país

PETRÓPOLIS, segunda-feira, 17 de novembro de 2008

ZENIT.org

O bispo de Petrópolis (Rio de Janeiro), Dom Filippo Santoro, considera que o Ensino Religioso «é um ponto decisivo» na «batalha por uma sociedade feita de vários sujeitos diferentes que convivem e se respeitam».

O prelado escreveu aos fiéis na sexta-feira passada, um dia após a assinatura do Acordo entre a Santa Sé e o Brasil que define o estatuto jurídico da Igreja Católica no país.

Segundo Dom Filippo Santoro, entre os muitos pontos de «grande importância» do Acordo, destaca-se o reconhecimento do Ensino Religioso, seja ele católico como de outras confissões religiosas, nas escolas públicas do ensino fundamental.
«Esta forma de Ensino que podemos chamar “pluri-confessional” está plenamente em sintonia com quanto previsto pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação», afirma o bispo.

«É inegável que o ensino religioso não deve ser entendido como alusivo a uma ‘religião genérica’, a-confessional, indefinida, já que uma tal ‘religião’ não existe. Seria pura abstração mental, sem correspondência na realidade da vida e da sociedade humana.»

E se o Estado quisesse administrar esta forma de ensino genérica –prossegue o prelado–, «esta sim seria contra a laicidade do próprio Estado porque ele não possui uma religião própria, mas deve respeitar as formas religiosas que se encontram na sociedade».

Segundo o bispo de Petrópolis, o ensino religioso «é sim ‘confessional’, mas é, ao mesmo tempo, pluralista, enquanto o Estado oferece aos alunos de todos os credos os ensinos religiosos próprios, em conformidade com sua identidade de fé, e é perfeitamente democrático e leigo, porque só será ministrado aos que, livre e facultativamente, o requeiram».

«Trata-se de um Ensino Religioso entendido como área de conhecimento e não como catequese ou iniciação, que é a tarefa das denominações religiosas», explica.
Dom Filippo considera que a temática do Ensino Religioso «é um ponto decisivo desta batalha por uma sociedade feita de vários sujeitos diferentes que convivem e se respeitam».

«Os problemas ligados à violência e ao envolvimento de menores no mundo do tráfico e do crime dependem, entre outras causas da falta de uma formação, de uma identidade, de uma visão da vida que eduque ao respeito de si e dos outros», afirma.

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Acordo entre Brasil e Santa Sé «reporta à consideração das raízes católicas»

Para arcebispo, ordenamento jurídico proporcionará uma sã cooperação Igreja-Estado

BELO HORIZONTE, segunda-feira, 17 de novembro de 2008

ZENIT.org

O arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, considera que o Acordo assinado entre a Santa Sé e o Estado brasileiro na semana passada «reporta à consideração das raízes católicas» do país.

Trata-se de raízes «de incontestável significação e lastro históricos, que permanecem na arte, linguagem, tradições e estilo de vida, comprovando um rico serviço à vida e à cultura», afirma o arcebispo, em artigo enviado a Zenit na sexta-feira passada.

«A presença da Igreja Católica, fiel ao Evangelho de Jesus Cristo, considerando o exercício de sua missão e a relevância do serviço que presta, já por mais de cinco séculos, na história do Brasil, configura a plausibilidade deste reconhecimento jurídico de sua identidade.»

O arcebispo cita o número 426 do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, para recordar que a Igreja Católica, no exercício de sua missão, pede «‘liberdade de expressão, de ensino, de evangelização; liberdade de manifestar o culto em público; liberdade de organizar-se e ter regulamentos internos próprios’».

Também «‘liberdade de escolha, de educação, de nomeação e transferência dos próprios ministros; liberdade de construir edifícios religiosos; liberdade de adquirir e de possuir bens adequados à própria atividade; liberdade de associar-se para fins não só religiosos, mas também educativos, culturais, sanitários e caritativos’».

«A autonomia recíproca entre Igreja e comunidade política, também assinala a Doutrina Social da Igreja, não compreende uma separação tal que exclua a colaboração entre elas. Embora a títulos diferentes, ambas estão ao serviço da vocação pessoal e social dos próprios homens e mulheres», explica Dom Walmor.

Segundo o arcebispo, o Acordo recém-assinado fomentará «ações mais eficazes para o bem de todos pelo cultivo adequado e próprio de uma sã cooperação».

Dom Walmor considera que são importantes «outros desdobramentos e incidências pela reafirmação da personalidade jurídica da Igreja Católica e de todas as suas Instituições Eclesiásticas».

«Outros tantos desdobramentos e incidências jurídicas permitirão o crescimento da cooperação Igreja e Estado, respeitando o próprio de identidades e o específico de seus ordenamentos jurídicos, gerando mais cooperação e serviço à vida na sociedade brasileira. Esta é uma conquista de todos, fruto de um entendimento clarividente e nobre», afirma o arcebispo.

O Acordo entre a Santa Sé e o Estado brasileiro está composto por um preâmbulo e 20 artigos, que regulam vários âmbitos, entre eles o estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil, o ensino religioso nas escolas públicas, o matrimônio canônico e o regime fiscal.

Joaçaba no Jornal Nacional

Félix Maier

17/11/2008

Joaçaba, SC, município onde eu nasci (Luzerna, então, era distrito, não município, como hoje), vez em quando aparece no noticiário. Normalmente, é sobre coisa que não presta.

Anos atrás, foram presos falsificadores de dinheiro na cidade, pertencentes a uma gangue que tinha suas atividades espalhadas por vários estados.

Recentemente, Joaçaba foi notícia devido à contenda que existia entre um empregado e um empregador, que brigaram na Justiça pela posse do dinheiro recebido em uma loteria. O juiz aplicou a lei salomânica: metade pra cada um e pronto. Todos ficaram felizes, especialmente os advogados.

Joaçaba também foi notícia na revista Veja de tempos atrás, quando a estátua de Frei Bruno - padre tido pela população local como santo milagreiro - foi apresentada como sendo a terceira maior do mundo. Na verdade, alguns leitores retificaram os dados e a estátua diminuiu de tamanho, para a sexta ou sétima posição, não me lembro.

No dia 13/11/2008, foi noticiado pela TV Globo, tanto no jornal local das 13:15 horas, quanto no Jornal Nacional, o crime cruel cometido contra uma estudante na cidade de Joaçaba, durante uma festa. Joaçaba, para quem não sabe, hoje é uma cidade universitária, tem até curso de Medicina. Enquanto dois bandidos faziam a curra na moça, em revezamento, um terceiro bandido filmou o estupro. Um deles é menor de idade, mas já na maioridade do crime.

Não contentes com o crime cometido, os vagabundos colocaram as imagens na internet.

Com os crimes que temos visto ultimamente, dentre os quais se destacam as mortes com violência sexual de duas meninas de 8 anos, uma em Curitiba, outra em Castro, PR, está passando da hora de as autoridades brasileiras tomarem uma medida drástica.

E medida drástica, hoje, significa implantar a pena de morte no Brasil. Pena de morte para traficantes de drogas. Pena de morte para estupro, seguido de morte ou não. Pena de morte para homicida que tenha cometido crime hediondo.

Infelizmente, isso não irá ocorrer, porque nossas autoridades se julgam acima desse perigo, de seus filhos e netos sofrerem algum tipo de violência extrema, já que são protegidos (com nosso dinheiro) por um batalhão de seguranças e os seus carros são todos blindados.

Está chegando a hora em que boa parte dos brasileiros irá torcer para que o presidente da República, ministros, deputados, senadores, governadores, etc. tenham uma filha ou uma neta estuprada e morta. Depois disso, talvez esses pilantras fantasiados de políticos façam alguma coisa pelo Brasil, por nossas crianças.

Para mim, os nossos legisladores não passam também de criminosos, por pura omissão frente às barbaridades que todos os dias se tornam cada vez maiores.

PENA DE MORTE, JÁ!!!

P.S.: Na madrugada do último domingo (dia 16/11), mais uma menina, de 9 anos, foi encontrada morta em Curitiba, no bairro de Atuba, com marcas de estrangulamento e violência sexual. O suspeito se encontrava dormindo debaixo da cama da vítima. O que mais esperar para implantar a pena de morte para crimes hediondos como este? Sem esquecer da barbaridade cometida ano passado em Joinville (5 de março de 2007), SC, quando uma criança de 1 ano e meio foi encontrada morte em uma pia batismal, dentro de uma igreja, também vítima de violência sexual. PENA DE MORTE, JÁ!!!

Veja reportagem sobre o crime em Joaçaba em http://duard.com.br/blog/estupro-em-joacaba-veja-video-terrivel-imagens-horriveis/

Lei Maria da Penha, a que desce a lenha...

Crédito: Zaroio.com (Clique na foto para ampliar)

Lei Maria da Penha, a que desce a lenha...

Félix Maier

17/11/2008

Em 14/11/2006, eu escrevi (Cfr. http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=21635&cat=Humor&vinda=S):

"Com a entrada em vigor da Lei Maria da Penha, que manda encarcerar homens que praticam violência contra as mulheres, somente a mulher pode descer o cacete nos homens. Lei Maria da Penha, a que desce a lenha..."

E, 17/03/2007, eu escrevi (Cfr. http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=8131&cat=Ensaios&vinda=S):

"... Recentemente, Lula aprovou com pompa e circunstância – tudo, no governo Lula tem pompa e circunstância, mesmo as “abobrinhas” que o Presidente profere – a Lei Maria da Penha, que tem por finalidade colocar no xadrez, com mais agilidade, o marido ou companheiro que tem o belo costume de bater na mulher. Ora, já existem leis e mais leis que tratam da questão da tortura, das lesões corporais, dos maus tratos, físicos ou psicológicos, que valem para todos, inclusive para as mulheres. Por que então foi criada mais essa bobagem? A pergunta que fica é a seguinte: e a mulher, tem o direito de meter o rolo de macarrão ou o salto alto do sapato na cabeça do marido, quando bem entender, sem que seja levada ao delegado de polícia, fugindo candidamente do xilindró? Lei Maria da Penha, a que desce a lenha! Obviamente, no cocuruto do marido..."

Em 26 de setembro de 2007, desembargadores de Mato Grosso do Sul confirmam a inconstitucionalidade da Lei Maria da Penha (lei 11.340/2006) nos casos de violência doméstica (Cfr. http://jornalistacristiano.blog-br.com/16469/Mato+Grosso+do+Sul+-declara+Lei+Maria+da+Penha+inconstitucional.html?#c82700).

O Fantástico da TV Globo, do dia 16/11/2008, noticiou que um empresário de Mato Grosso do Sul entrou com ação contra sua ex-companheira agressora baseado na Lei Maria da Lenha, digo, Maria da Penha (Cfr. http://www.bobnews.com.br/noticias/juiz-protege-homem-ameacado-por-ex-mulher-com-lei-23237.html e http://www.conjur.com.br/static/text/71290,1#null). Por analogia, o juiz acatou a representação do advogado, determinando à ré que mantenha uma distância de 500 m da casa e do local de trabalho do ex-marido.

Uma enquete feita durante o programa da Globo mostrou que 55% dos votantes telefônicos e da internet aprovaram a decisão do juiz. Nada mais correto.


Afinal, se homens e mulheres são iguais perante a lei, por que foi criada uma lei que beneficia apenas as mulheres? Por que só ela tem o direito de fazer uso agressivo do rolo de macarrão e do salto alto do sapato?

Lei Maria da Lenha, a que desce o cacete no cocoruto do marido...

Dilma Rousseff: Currículo resumido

Clique na ficha para ler melhor

Currículo resumido de Dilma Rousseff

Félix Maier

14/11/2008

Fala-se tanto para o governo Lula abrir os arquivos da ditamole. E por que Lula não abre os arquivos? Ora, a explicação está dada aí acima: ele não quer comprometer a companheirada. Por isso, mantém os arquivos fechados a sete chaves, em defesa de antigos terroristas, sequestradores, assaltantes de bancos, supermercados e casas d'armas, além do assassinato de próprios companheiros, os tais "justiçamentos".
Está explicado por que a antiga dupla terrorista Tarso Genro e Paulo Vannuchi quer apenas processar militares "torturadores", deixando de fora os seus companheiros "terroristas".

Lula: abra todos os arquivos da ditamole! O Brasil precisa conhecer os traidores da Pátria, que estiveram a serviço de Moscou e de Cuba.

Ah! Faltou acrescentar mais um codinome da mãe do PAC e madrasta do dossiê, que Lula quer ver ocupando sua cadeira no Palácio do Planalto: "Estela". E a ficha de Estela tem continuação. O que será?

É possível saber se Deus existe?

Acelerador de partículas - CERN
Clique na foto para ampliar


É possível saber se Deus existe?

Félix Maier

12/11/2008

Entre os cientistas, a maioria afirma que não é possível provar se Deus existe ou não existe. Da mesma forma, dizem os cientistas que não é possível dizer se o universo teve começo ou não - afinal, o resultado do Big Bang foi sobre algo que já existia, não foi uma "geração espontânea".

Entre os cristãos, não se pode excluir o criacionismo da evolução, visto que a criação foi um ato de Deus - segundo a Bíblia - e a evolução de todos os seres que viriam a compor nosso planeta já estava codificada nessa criação primordial.

Aliás, a própria Bíblia, no Gênesis, capítulo 1, apresenta a criação como sendo cientificamente verificável, se não levarmos o conceito de "dia" ao pé da letra, pois muito de sua escrita tem uma linguagem simbólica que não devemos desprezar. Vejamos:

"Exista a luz!" (verso 3). E o Big Bang entrou em ação. "Produzam as águas répteis animados" (verso 20). "Produza a terra animais viventes" (verso 24). A teoria da evolução ensina que a vida começou na água e depois se espalhou pela terra - exatamente como está na Bíblia.

"Façamos o homem à nossa imagem e semelhança" (verso 26). A evolução dos animais sobre a terra chegou ao ser humano, o ser supremo da criação, ao qual todas as coisas devem estar sujeitas: "Crescei e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a, e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves do céu, e sobre todos os animais que se movem sobre a terra" (verso 28).

Por que, então, toda essa celeuma entre as teses do "criacionismo" e do "evolucionismo", se uma não pode prescindir da outra, já que uma deriva da outra? Ignorância pura ou má-fé extrema?

***

«É possível saber se Deus existe?»: debate entre 6 intelectuais

Realizado na Universidade Francisco de Vitoria, de Madri

MADRI, terça-feira, 11 de novembro de 2008

www.zenit.org/

«É possível saber se Deus existe?». A esta pergunta responderam 6 professores universitários e intelectuais espanhóis, em um debate organizado pela Universidade Francisco de Vitoria, de Madri.

Quem respondeu favoravelmente à pergunta (os crentes) foram Pablo Domínguez, decano da Faculdade de Teologia de San Dámaso; Salvador Antuñano, professor da Universidade Francisco de Vitoria; e Víctor Tirado, professor da faculdade de Teologia de San Dámaso.

A resposta negativa foi oferecida por Gabriel Albiac, catedrático de filosofia na Universidade Complutense; Diego Carcedo, jornalista e escritor; e Javier Alberdi, matemático e filósofo.

O debate foi organizado em 5 de novembro pelo Instituto John Henry Newman, dessa Universidade.

A favor

«Só há um modo válido de responder positivamente a esta questão que se propõe: sabendo que Deus existe. E isto já implica uma vantagem existencial e epistemológica para nossa equipe sobre a outra», afirmou Antuñano, quebrando o gelo da discussão.

«Pois bem – prosseguiu –, quando alguém diz: ‘Eu sei que Deus existe’, é evidente que não o diz como quem vê as cores das coisas ou como quem fez uma soma ou uma dedução lógica. A pessoa o diz como quem conhece as coisas em um nível existencial e, também, em uma relação que tem a ver de alguma forma com a amizade, a filiação, o amor. Ela o sabe por experiência.»

Para dar razões destes enunciados, o professor Antuñano expôs que o conhecimento de Deus tem um forte caráter subjetivo, porque nesse conhecimento está implicada a própria pessoa, mas que isso não significa que se confunda esta crença com uma autogestão por parte do sujeito, uma projeção interna de suas próprias idéias e desejos que termina gerando a ilusão fictícia de um ser imaginário chamado Deus.

«Por isso – acrescentou –, saber que Deus existe tem também um caráter objetivo: há uma alteridade real nesse conhecimento. Nem tudo o que um homem pode projetar coincide necessariamente com o que Deus é, ou como descobre que Deus é. Mais ainda, há vezes que o que se projeta é exatamente contrário do que descobre quando sabe que Deus existe. Uma pura invenção minha não pode na realidade deixar-me satisfeito, o auto-engano dura pouco e gera frustração, tristeza e até violência.»

O professor concluiu dizendo que este conhecer Deus é evidentemente muito mais que um mero conhecimento empírico, muito mais que o conhecimento matemático, lógico ou científico e certamente é muito mais que uma opinião: é o conhecimento certo e convencido de alguém a quem se ama porque se sentiu sua carícia de amor na própria vida.

Após esta intervenção, Víctor Tirado convidou os presentes a seguirem a pergunta do debate até o fundo e analisar o que há detrás do termo Deus.

Assim, afirmou que ainda que haja muitos caminhos para assinalar a existência de Deus, ele só apontaria um: «O homem é um paradoxo e isso se pode comprovar na própria consciência. Todos nós temos o dilema entre o que somos e o que gostaríamos de ser. O Bem não se vem daquilo que desejaríamos que fosse, é uma idéia de Bem transcendente, e disso todos temos experiência».

Nessa linha seguiu Pablo Domínguez, o último a intervir da mesa dos crentes, que afirmou que no mundo da crença também havia vestígios de crença, também havia estupor pela perfeição do universo e também se elevava o olhar para encontrar a origem de tanta harmonia. Foi o único, junto a Javier Alberdi, que expôs sua experiência no debate.

Assim, concluiu que a vivência de quem se encontrou com Deus não é meramente sentimental, mas racional; e que está convencimento de que é muito mais o que desconhecemos de Deus que o que sabemos, e que isso só é possível porque Deus se deu a conhecer.

Contra

Gabriel Albiac, antes de tudo, esclareceu que não se pode demonstrar a não-existência de algo, e que a comprovação vem sempre por parte de quem afirma a existência: «Toda afirmação é falsa enquanto não se demonstre o contrário».

Nesta diretriz, declarou que ele era ateu, não no sentido de esforçar-se em demonstrar a não-existência de Deus, mas no convencimento de que todo enunciado que contenha a palavra Deus pertence à crença, da mesma forma que qualquer termo que contenha um valor do Absoluto. Depois apresentou uma explicação erudita sobre o conceito do Ser na poesia de Parmênides.

Por sua parte, Javier Alberdi expôs sua experiência. Narrou como um dia, sendo estudante do 2º ano de Teologia, percebeu que Deus tinha começado a fazer parte daquele desconhecido, e como Jesus havia se despojado de toda posição divina para ele. Ele voltou a sentir essa mesma vivência na morte de seu pai. Desde então se esforça por aceitar a vida como ela é, como o valor máximo, sabendo que morrerá e não haverá mais nada.

Problema ontológico e experiência testemunhal

Após a primeira parte do debate, Víctor Tirado desafiou Gabriel Albiac a não reduzir um problema ontológico, como o de Deus, a um nominal: «O conhecimento é experiência, intuição do real. Como é possível que haja ser? É preciso ir a Deus a partir do mundo, a partir do que somos».

A isso Albiac respondeu a partir da interpretação do texto grego do filósofo Parmênides. Esta opção tornou mais difícil a contra-réplica, já que o debate se centrou em um termo lingüístico do qual parecia difícil sair para ter uma verdadeira comunicação.

Assim, Pablo Domínguez apontou outra linha mais testemunhal: «Prévia à experiência intelectual – manifestou – houve outra experiência não contraditória com esta que é existencial, e isso é a Graça. A Graça é uma forma de conhecimento. O mundo está cheio de coisas que não podemos tocar nem medir. A unidade da qual falamos é o vestígio do saber acerca de Deus. Essa unidade que busco fora, encontro entre a Graça que recebi e a razão que busca».

Desta forma, afirmou: «Se sei que existe Deus, vejo a vida de uma maneira. Se não sei, vejo o mundo de outra, e o certo é que são duas formas de ver a vida que me obrigam a situar-me. As conseqüências de ambas são tão grandes que não pode ser que este problema me deixe indiferente».

No momento das perguntas abertas ao público houve várias observações e temas comuns. Entre as preocupações comuns se expressou a possibilidade ou impossibilidade de conhecer a realidade, assim como o tema do sofrimento e a necessidade de encontrar seu sentido.

Um dos participantes também teve a oportunidade de expor sua experiência com relação à pergunta do debate, e que outro perguntasse sobre a via da oração como caminho fiável para encontrar a realidade de Deus.

Diante isso, Pablo Domínguez concluiu: «A oração é escutar. Nessa contemplação se descobre que Deus fala, e que quando Ele fala é entendido. Só posso dizer que eu experimentei isso, que é real, que não lhes engano, que não estou fazendo nenhum tipo de metáfora, que não quero conduzi-los à minha crença, que não ganho nada, que o digo porque o vivo. E porque o vivo, eu o digo».

O Instituto Newman é um departamento da Universidade Francisco de Vitoria que pretende pôr a fé em contato com a razão, a ciência a religião.

Mais informação em http://www.elsentidobuscaalhombre.com/

Carta à revista Veja

12/11/2008

Caros editores de Veja,

Abaixo, verbete que consta de meu trabalho Arquivos I - Uma história da intolerância (http://felixmaier.blogspot.com/2009/01/arquivos-i-uma-histria-da-intolerncia.html), ainda em andamento, mas já disponível no site Usina de Letras, link "Artigos", que trata da participação de antigos jornalistas do Grupo Abril com a gangue terrorista de Marighela, os quais foram recrutados por Frei Beto.

"Frades dominicanos - No início de 1968, houve várias reuniões no Convento dos Dominicanos do Bairro das Perdizes, em São Paulo, lideradas por Frei Osvaldo Augusto de Rezende Júnior, congregando frades para tomada de posição política, que culminaria com a adesão do grupo ao Agrupamento Comunista de São Paulo (AC/SP) – que teve, ainda naquele ano, mudado seu nome para Ação Libertadora Nacional (ALN). Participaram das reuniões Frei Carlos Alberto Libânio Christo (Frei Beto), Frei Fernando de Brito (Frei Timóteo Martins), Frei João Antônio Caldas Valença (Frei Maurício), Frei Tito de Alencar Ramos, Frei Luiz Ratton, Frei Magno José Vilela e Frei Francisco Pereira Araújo (Frei Chico). Frei Osvaldo, apresentando Marighela a Frei Beto, conseguiu a adesão ao AC/SP de todos os dominicanos que participaram das reuniões. Frei Beto também entrou em contato com a VPR por intermédio de Dulce de Souza Maia, nos meios teatrais, onde Frei Beto atuava como repórter da “Folha da Tarde”. A primeira tarefa que os dominicanos receberam de Marighela foi fazer um levantamento de áreas ao longo da Rodovia Belém-Brasília, para implantação de uma guerrilha rural. A área de Conceição do Araguaia, onde a ordem dominicana possuía um convento, foi assinalada no mapa como área prioritária, pois teria importante apoio logístico. O levantamento sócio-econômico da região foi feito com base no “Guia Quatro Rodas”, da Editora Abril. Esse trabalho passou a ser compartimentado, para aumentar a segurança, e os frades passaram a utilizar codinomes: Frei Ivo, o Pedro; Frei Osvaldo, o Sérgio ou Gaspar I, nos contatos que este tinha com Marighela; Frei Magno, o Leonardo ou Gaspar, era quem mantinha contato com Joaquim Câmara Ferreira; Frei Beto, o Vítor ou Ronaldo, ficou encarregado do sistema de imprensa e também dos contatos com Joaquim Câmara Ferreira, que coordenava as atividades do Agrupamento em São Paulo (o AC/SP se infiltrou na Editora Abril e no jornal “Folha da Tarde”, do Grupo Folha). Na “Folha da Tarde”, Frei Beto recrutou os jornalistas Jorge Miranda Jordão (Diretor), Luiz Roberto Clauset, Rose Nogueira e Carlos Guilherme de Mendonça Penafiel. Clauset e Penafiel cuidavam da preparação de “documentos”, e Rose, do encaminhamento de pessoas para o exterior. Na Editora Abril, a base de apoio era de aproximadamente 20 pessoas, comandadas pelo jornalista Roger Karman, e composta por Karman, Raymond Cohen, Yara Forte, Paulo Viana, George Duque Estrada, Milton Severiano, Sérgio Capozzi e outros, que elaboraram um arquivo secreto sobre as organizações armadas (servia também como fonte de informações para organizações subversivas). O AC/SP tinha assistência jurídica, composta de 3 advogados: Nina Carvalho, Modesto Souza Barros Carvalhosa e Raimundo Paschoal Barbosa. Quando procurado pela polícia, em São Paulo, Frei Beto, que havia ingressado no convento dos dominicanos, em São Paulo, em 1966, foi acobertado pelo Provincial da Ordem, Frei Domingos Maia Leite, e transferido para o seminário dominicano Christo Rei, em São Leopoldo, RS. Frei Beto foi preso no RS, onde atuava junto com a ALN para fuga de terroristas ao Uruguai."

A respeito de Marighela e de seu grupo criminoso, sugiro acessar http://www.ternuma.com.br/ciazambuja.htm.

Atenciosamente,

Félix Maier

P.S.: O coronel Lício Maciel, cujo grupo de combate (GC) prendeu José Genoino, em seu livro "Guerrilha do Araguaia - Relato de um combatente", disse que um outro GC tomou, à força, um cristal de um transmissor, que tinha contato com Tirana, na Albânia (Como se sabe, o PCdoB tinha aquele país como "farol" do seu movimento). E onde estava a estação-rádio? Ora, num convento dos... frades dominicanos, no interior de Goiás. Meu tio materno Arno Preis tinha também ligações com essa gente, tanto é que foi morto no antigo estado de Goiás, hoje Tocantins, depois de matar um soldado da PM e ferir outro. Donde se depreende que a Guerrilha do Araguaia foi muito mais do que se diz sobre os mortos e desaparecidos do PCdoB. Esse movimento subversivo comunista era muito mais abrangente. Sorte do Brasil que não vingou a idéia de transformar nosso País em um "paraíso" cubano, sonho de Frei Beto até os dias de hoje.

P.P.S.: Talvez seja esse um dos motivos de a revista Veja até hoje tratar a Contra-Revolução de 1964 como uma simples quartelada e ignorar solenemente os livros escritos por militares a respeito da luta armada, a exemplo de A Verdade Sufocada, do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que chegou a estar entre os 3 livros mais vendidos no Brasil, segundo noticiou o Jornal do Brasil. Se, ao contrário, algum jornalista do Grupo Abril metido com o grupo terrorista de Marighela tivesse escrito um librito sobre a Guerrilha do Araguaia, com certeza isso se transformaria num ensaio de várias páginas de Veja.

***

A ALN também consta de Arquivos I:

"ALN - Ação Libertadora Nacional: grupo terrorista, cujos fundos eram obtidos por assaltos e dinheiro recebido de Cuba. Somente a partir de 1969 o Agrupamento Comunista de São Paulo (AC/SP) passaria a utilizar a denominação Ação Libertadora Nacional (ALN); o AC/SP havia sido criado em 1967 pelo terrorista Carlos Marighela, após este ser expulso do PCB, depois da Conferência da OLAS, em Cuba. Sua obra “Minimanual do Guerrilheiro Urbano” foi traduzida para vários idiomas e foi o “livro de cabeceira” dos grupos terroristas “Brigadas Vermelhas”, da Itália, e “Baader-Meinhoff, da Alemanha (“... os “tiras” e policiais militares que têm sido mortos em choques sangrentos com os guerrilheiros urbanos, tudo isto atesta que estamos em plena guerra revolucionária e que a guerra só pode ser feita através de meios violentos.” - trecho do “Minimanual”). No dia 10 Ago 1968, a ALN assaltou o trem-pagador Santos-Jundiaí, levando NCr$ 108 milhões, ação que consolidou a entrada da ALN na luta armada; nesse assalto, participou o Secretário-Geral do Governo Fernando Henrique Cardoso (depois Ministro da Justiça), Aloysio Nunes Ferreira Filho, que fugiu em seguida para Paris com sua esposa Vera Trude de Souza, com documentos falsos. Junto com o grupo terrorista MR-8, de Fernando Gabeira, a ALN seqüestra o embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick, no Rio de Janeiro, em 4 Set 1969, por cujo resgate foram libertados 15 terroristas (entre os quais estavam Vladimir Palmeira e José Dirceu). Marighela foi morto pela polícia em São Paulo, no dia 4 Nov 1969: após o seqüestro do embaixador americano, as prisões de terroristas tiveram seqüência: no dia 1º de outubro foi preso em São Sebastião, SP, o coordenador do setor de apoio, Paulo de Tarso; no dia 2 Nov foram presos no Rio de Janeiro os Freis Fernando e Ivo; no dia 3 Nov, já em São Paulo, Frei Fernando “abriu” o restante da rede de apoio, sendo presos os Freis Tito e Jorge, um ex-repórter da Folha da Tarde, responsável pelas fotos dos documentos falsos, e um casal de ex-diretores do mesmo Jornal; Frei Fernando foi quem levou ao “ponto” com Marighela, no dia 4 Nov, após revelar duas senhas, pois era o responsável pela coordenação das atividades dos dominicanos com Marighela, desde a saída de Frei Osvaldo de São Paulo, em junho daquele ano; combinado o encontro com Frei Fernando, Marighela resistiu à ordem de prisão quando entrava no carro de Frei Fernando, sacando um revólver, quando foi morto pelos policiais; a morte de Marighela repercutiu no Brasil e no exterior; com a morte de Marighela, assumiu o comando Joaquim Câmara Ferreira, o “Toledo”, que viajou a Cuba com Zilda Xavier para receber instruções de Fidel Castro, país em que um dos fundadores da ALN, Agonalto Pacheco, estava em choque com as autoridades locais, especialmente o comandante Manuel Piñero, o “Barbarroxa”, acusado de desvirtuar as iniciativas do AC/SP. Câmara Ferreira foi preso no dia 23 Out 1970, em São Paulo; cardíaco, sofreu enfarte na viatura policial, vindo a falecer; Carlos Eugênio Paz, em seu livro “Viagem à Luta Armada” (Editora Civilização Brasileira, 228 páginas, 1996), fantasia a história, dizendo que “Toledo” foi torturado até a morte pelo delegado Fleury; essa versão é negada por Luís Mir (“A Revolução Impossível”, pg. 560); em um bolso de “Toledo”, foi encontrada carta de Frei Osvaldo Rezende, onde constavam contatos internacionais, projetos políticos e ligações com os Governos cubano e argelino; o Governo brasileiro denunciou à ONU a ingerência em seus assuntos de países que não respeitavam o direito internacional – o que não teve nenhuma conseqüência prática. Em 7 Set 1970, João Alberto Rodrigues Capiberibe (mais tarde Governador do Amapá), “militante” da ALN, foi preso junto com sua mulher Janete e sua cunhada Eliane. Em 23 Mar 1971, a ALN faz o “justiçamento” de um “quadro”, Márcio Leite de Toledo; Carlos Eugênio Paz, em seu livro “Viagem à Luta Armada”, afirma que foi co-autor desse “justiçamento”. Junto com o Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT), a ALN assassina o industrial Henning Albert Boilesen, diretor do Grupo Ultra, no dia 16 Abr 1971 (Sebastião Camargo, da empresa Camargo Correia, era também alvo para seqüestro e “justiçamento”, mas prevaleceu a escolha de Boilesen, porque era considerado “espião da CIA” e patrocinador da OBAN). Terroristas da VAR-Palmares, da ALN e do PCBR assassinam o marujo da flotilha inglesa que visita o Rio de Janeiro, David A. Cuthbert, de 19 anos, no dia 08 Jan 1972; nos panfletos, os terroristas afirmaram que a ação era em solidariedade à luta do IRA contra os ingleses. Em 1971, a ALN divide-se em duas facções: o Movimento de Libertação Nacional (MOLIPO), fundado pelo serviço secreto cubano (José Dirceu, Chefe da Casa Civil da Presidência durante o Governo Lula,, era um dos integrantes), e a Tendência Leninista (TL). Em 1972, a ALN/SP assassina o gerente da firma F. Monteiro S/A, Valter Cesar Galatti, ferindo ainda o subgerente Maurílio Ramalho e o despachante Rosalino Fernandes; em 1972, terroristas da ALN/GB, do MOLIPO e da ALN/SP assassinam o investigador Mário Domingos Pazariello, o soldado da PM/GO, Luzimar Machado de Oliveira e o cabo da PM/SP, Sylas Bispo Feche; a ALN/GB assassina em 1972 Íris do Amaral. No dia 21 Fev 1973, a ALN formou um grupo de execução, integrado por 3 terroristas, que assassinaram o proprietário do Restaurante Varela, o português Manoel Henrique de Oliveira, acusado de ter denunciado à polícia, no dia 14 Jun 1972, a presença de 4 terroristas que almoçavam em seu Restaurante, 3 dos quais morreram logo após (na verdade, os terroristas mortos estavam sendo seguidos pelo DOI-CODI). No dia 25 Fev 1973, terroristas da ALN, da VAR-Palmares e do PCBR assassinaram em Copacabana o Delegado Octávio Gonçalves Moreira Júnior. Pelo extenso “currículo” de Marighela, seus familiares receberam mais de 100 mil dólares de “indenização”, outorgada pela famigerada “Comissão dos desaparecidos políticos”, criada no primeiro Governo FHC. Além de Marighela, outro terrorista de destaque foi Carlos Eugênio Sarmento da Paz, que confessou ter praticado em torno de 10 assassinatos. Jessie Jane Vieira de Souza, outra “militante” da ALN, que participou do seqüestro de um avião, é hoje diretora do Arquivo Público do Rio de Janeiro. Com o auxílio do Movimento Comunista Internacional (MCI) e de padres dominicanos, como Frei Beto, a ALN tinha um sistema de propaganda no exterior, a FBI."

Em Arquivos I, veja ainda os verbetes AI-5, CEIAL, Frente Brasileira de Informações (FBI), Foquismo, Frades dominicanos, Libro Blanco, M3G, MOLIPO, OCLAE, OLAS, Organizações subversivas brasileiras, OSPAAAL, PCBR, Pinar del Río, Revolução de 1968, Seqüestro de aviões, Violência estudantil, VPR e www.olavodecarvalho.org/textos/sseal.htm.

A História Soviética - Vídeo do terror

Conheça os horrores do comunismo na antiga União Soviética.

Veja rápido o vídeo no endereço abaixo, antes que algum canalha mande retirar do site:

http://video.google.com/videoplay?docid=6488701198639525321&ei=fsx9SYq4O4nWqQKj4K1u&q=A+Hist%C3%B3ria+Sovi%C3%A9tica+(PT-BR)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Domínio Público: Livros para "baixar" e ler. É grátis!

Se você gosta de ler, aí vão "links" que lhe permitirão escolher dentre 211 obras. Baixe o livro que lhe interessa e desfrute de sua leitura.

Procure o que você deseja. Poderá estar disponível. É só clicar no título para ler ou imprimir.

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A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Arte Poética -Aristóteles
Conto de Inverno -William Shakespeare
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
A Metamorfose -Franz Kafka
A Cartomante -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
A Causa Secreta -Machado de Assis
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Júlio César -William Shakespeare
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
A Ela -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Adão e Eva -Machado de Assis
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Chinela Turca -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Iracema -José de Alencar
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Ricardo III -William Shakespeare
O Alienista -Machado de Assis
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
A Carteira -Machado de Assis
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Senhora -José de Alencar
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Iracema -José de Alencar
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
O Guarani -José de Alencar
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Pianista -Machado de Assis
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Herança -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
Eu -Augusto dos Anjos
As Primaveras -Casimiro de Abreu
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
A Segunda Vida -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
O Alienista -Machado de Assis
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Medida Por Medida -William Shakespeare
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
Divina Comedia -Dante Alighieri
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Senhora -José de Alencar
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A "Não-me-toques"! -Artur Azevedo
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Obras Seletas -Rui Barbosa
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Édipo-Rei -Sófocles
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
Tito Andrônico -William Shakespeare
Adão e Eva -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Camões -Joaquim Nabuco
Antes que Cases -Machado de Assis
A melhor das noivas -Machado de Assis
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
Helena -Machado de Assis
Contos -José Maria Eça de Queirós
A Sereníssima República -Machado de Assis
Iliada -Homero
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Don Quijote -Miguel de Cervantes
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
A Semana -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Princesa de Babilônia -Voltaire
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Odisséia -Homero
Quincas Borba -Machado de Assis
A Mulher de Preto -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
Cinco Minutos -José de Alencar
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Lucíola -José de Alencar
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
Utopia -Thomas Morus
Missa do Galo -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
Hamlet -William Shakespeare
A Ama-Seca -Artur Azevedo
O Espelho -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
As Academias de Sião -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Antes da Missa -Machado de Assis
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Carta -Pero Vaz de Caminha
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
A mulher Pálida -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Cândido -Voltaire
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Conto de Escola -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Schopenhauer -Thomas Mann
Carolina -Casimiro de Abreu
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Memorial de Aires -Machado de Assis
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A última receita -Machado de Assis
7 Canções -Salomão Rovedo
Antologia -Antero de Quental
O Alienista -Machado de Assis
Outras Poesias -Augusto dos Anjos