sábado, 27 de dezembro de 2008

Tribunal Bertrand Russell: Um onagro (quase) esquecido

Félix Maier

19/10/2004

O Tribunal Bertrand Russell foi um organismo do Movimento Comunista Internacional, destinado a “julgar” os países que combatiam o comunismo, principalmente os sul-americanos.

“Socialism is dead, but Leviathan lives on” (O socialismo está morto, mas o seu espírito continua vivo). (James Buchanan)

O filósofo e matemático britânico Bertrand Russel (1872-1970), Prêmio Nobel de Literatura em 1950, autor de Why I am not a Christian (Por que não sou um Cristão), obra de 1936, era contra a Guerra do Vietnã, apoiou o movimento sufragista, o pacifismo e os direitos humanos.

Os “Apóstolos” eram um grupo de intelectuais, fundado em 1920 em Cambridge, Inglaterra, influenciados por Hobson (imperialismo) e Lenin, entre os quais se destacavam Keynes, Bertrand Russell, Roger Fry, Ludwig Wittgenstein, Leonard Woolf, Alfred Tennyson, Strachey, Wordsworth e Coleridge. “Ele (Bertrand Russel) foi sozinho para a Rússia, em 1920, encontrou-se com Lenin e denunciou o seu regime como ‘uma burocracia tirânica fechada, com um sistema de espionagem mais sofisticado e terrível do que o do Czar e com uma aristocracia tão insolente e insensível quanto’. (…) Embora (Russell) compartilhasse de seu (o dos “Apóstolos”) pacifismo, ateísmo, anti-imperialismo e das idéias gerais progressistas, desprezava a sua apatia pegajosa; o Grupo, por sua vez, o rejeitou” (Paul Johnson, in Tempos Modernos, pg. 140-1). (1)

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