segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Sobre o racismo

Félix Maier

9/6/2004

A Teoria popular das raças foi desenvolvida pelo filósofo Johann Gottfried Herder (1744-1803), que mais tarde foi transformada em várias teorias raciais e no conceito ariano de superioridade racial alemã de Hitler.

O diplomata francês Joseph-Arthur, Conde de Gobineau, foi um dos outros precursores do racismo, no século XIX, ao escrever seu Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas (1853-1855). Suas teorias sobre o ariano como raça pura levou ao anti-semitismo nazista. Para Gobineau, a raça humana branca é superior à negra e à amarela, e na raça branca haveria ainda seres superiores, como os de sangue ariano, "raça pura descendente dos deuses", entre os quais não houve jamais mestiçagem. Gobineau “via a degeneração ocorrendo quando as pessoas se cansam e as sociedades não mais sustentam os valores outrora sustentados. Misturar sangue é uma fonte de degeneração, muito embora, paradoxalmente, Gobineau admitisse que isso também pode ser uma fonte de vigor” (in George Eliot, pg. 134) (1). Alfred Rosenberg foi o “filósofo” racial do movimento nazista.

A frenologia, pseudociência favorita do século XIX, tentava identificar o caráter de uma pessoa por meio da forma da cabeça e das saliências cranianas. Na Inglaterra, George Combe estudou crânios das pessoas, especialmente crianças, para “educá-las melhor”.

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