sábado, 27 de dezembro de 2008

Não existe opção sexual

Félix Maier

22/06/2005

Não existe opção sexual, pois não se trata de uma escolha. Você não acorda de manhã, se olha no espelho e diz “hoje eu vou ser uma linda bichona”. Ou você é, ou não é bicha. Opção é você torcer pelo Flamengo, pelo Corinthians ou pelo Arapiraca. Da mesma forma, não existe orientação sexual, ao menos nos termos utilizados pelos homoeróticos. Orientação sexual é você aprender a usar a camisinha, para evitar a AIDS ou uma gravidez indesejada; é você ter noções básicas da atividade sexual humana, incluindo a reprodução.

O problema é que os homossexuais querem inventar uma outra raça, a raça do terceiro sexo, para poderem enquadrar como “racista” toda pessoa que não reze pela cartilha bichona ou sapatona. Uma bobagem total, pois sexos, existem apenas dois. O que ocorre é que há um desvio da atividade sexual em determinadas pessoas, que trocam a "polaridade" libidinosa, seja por motivo de algum tipo de trauma ou violência sofrida na infância (que pode ser revertida com assistência psicológica), seja por alguma determinação genética (o que dificilmente pode ser revertida).

Dirá o gay: é normal ser homossexual, pois ele existe, faz parte da natureza humana. É verdade. Da mesma forma, também é normal ser cleptomaníaco, pois há exemplos fartos em nossa sociedade, incluindo atrizes hollywoodianas. Também existem “na natureza” maníacos sexuais, serial killers, pedófilos etc. Esses exemplos provam que o homossexual não deve ser seguido (a tal “opção sexual”) nem perseguido (discriminado) pelo ser humano heterossexual, por tratar-se de uma exceção, não de uma regra.

Na verdade, o que anda por trás de toda essa babaquice dos gays ficarem "cheios de dedos" é a onda do politicamente besta em voga, a transgenia das palavras, a língua de pau que pretende riscar dos dicionários e da fala diária todas as palavras pretensamente ofensivas a determinados segmentos sociais – a exemplo da recente cartilha “politicamente correta” que o governo petista distribuiu para orientação do linguajar dos brasileiros, e que rapidamente Nilmário Miranda recolheu depois de levar um sabão monumental de João Ubaldo Ribeiro. Foi uma autêntica “baianada” dos “cabeças-chatas” da Secretaria de Direitos Humanos.