sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Lembrar é preciso: Caso Elza

Félix Maier

4/3/2004

No dia 2 de março de 1936, era assassinada barbaramente Elvira Copello Coloni, conhecida entre os militantes comunistas como "Elza Fernandes" e "Garota", depois de ser julgada por um "tribunal revolucionário" do Partido Comunista Brasileiro - PCB -, composto pelo seguinte quinteto criminoso: Lauro Reginaldo da Rocha, o "Bangu"; Adelino Deícola dos Santos, o "Tampinha"; Eduardo Ribeiro, o "Abóbora"; José Lago, o "Brito"; e Honório de Freitas Guimarães, o "Milionário", presidente do "tribunal".

Com a prisão de inúmeros comunistas que participaram da sanguinária Intentona Comunista, em novembro de 1935, "Garota", a jovem amante de Antônio Maciel Bonfim, o "Miranda", secretário-geral do PC, passou a ser considerada suspeita, pois havia respondido de modo ambíguo a muitas perguntas feitas pela direção do Partidão. Acusada de traição, "Elza" é estrangulada com uma corda de varal no subúrbio carioca de Deodoro, por Natividade Lira, o "Cabeção", um "leão-de-chácara" do PC. Como seu corpo não coube num saco, é quebrado em dois e enterrado debaixo de uma mangueira.

Leia texto completo em http://www.midiasemmascara.org/?p=2003