terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Fome Zero: O projeto chupim de Lula

Félix Maier

1/10/2006

O programa proposto pelo Governo Lula, Fome Zero, merece todo o respeito dos brasileiros. Só quem nunca passou fome na vida dirá que um projeto desse tipo é demagógico.

O programa merece todo o respeito, não porque é do Lula, mas porque é simplesmente necessário. E urgente. Quem tem fome, tem pressa dizia um ator na TV, no início do projeto. É verdade. Primeiro deve-se dar de comer a quem tem fome, pois senão ele pode morrer. Saco vazio não fica em pé. Depois deve-se pedir algo em troca desse cidadão que teve o estômago forrado de comida e aí reside todo o problema dos programas assistenciais já implantados no Brasil.

Não há necessidade de Lula inventar a roda. Há muitos programas de combate à fome já implementados em nossa sociedade, tanto por parte do antigo Governo, como de Igrejas, ONGs e inúmeras outras instituições. O que falta é aperfeiçoar esses programas, de modo a eliminar a corrupção que sempre existe em programas semelhantes, para maximizar o resultado final, que é levar comida ao maior número possível de famintos.

Em primeiro lugar, é importante eliminar todas as formas de desperdício e de corrupção que programas assistenciais milionários trazem consigo. Se o problema é fome, deve-se levar comida ao faminto. Essa premissa pode ser verdadeira, mas nem sempre funciona a contento. Um programa de distribuição de alimentos envolve uma logística complexa, desde a compra, o transporte e a entrega dos alimentos ao destinatário final. Nesse longo processo, o que mais existe é desperdício e corrupção, especialmente através de preços superfaturados e desvio de produtos.

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