terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Diogo Mainardi, Marilena Chauí e Antonio Candido

Félix Maier

23/09/2002

Sempre achei Diogo Mainardi um pimpolho mimado, chorão, que em sua coluna de Veja malhava todo mundo, reclamava de tudo e, não suportando mais o mau cheiro dos canais de Veneza, onde mora, desejava que aquela “cloaca” – na verdade um dos maiores museus a céu aberto do mundo – afundasse nas águas do Adriático.

Eu pensava comigo: para só dizer bobagens, esse sujeito deve ser um dos protegidos dos Civita, um oriundi que se aproveita do nome de família para gozar o dolce far niente na Europa. Mas, me enganei.

O Diogo Mainardi dos útlimos tempos é o que há de melhor em Veja, pelo menos no quesito “humor”. Seja escrevendo sobre o épico das favelas cariocas, seja pela série “Diogo para presidente”, ou mesmo sobre Weffort, o magnífico (17/09/2002), ou ainda No deserto do Senai (25/09/2002), Mainardi consegue sobrepujar-se a cada semana.

Leia o texto completo em http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=12294&cat=Artigos&vinda=S