quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Correio Braziliense: central da desinformação

Félix Maier

20/11/2004

Se o Zé Viegas, que frequentou um Colégio Militar, se mostra tão ignorante frente aos recentes fatos históricos nacionais, o que esperar de José Alencar, o mineiro come-quieto que reclama dos juros altos e que só entende de roda de fiar algodão?


O Correio Braziliense, até pouco tempo atrás, era conhecido em Brasília como “Diário Oficial do PT”. Eram os vigorosos tempos petistas de Ricardo Noblat, diretor de redação, Rudolfo Lago, Valéria Blanc - que mais tarde se tornaria “aspone” de comunicação do Ministro Viegas e seus golden boys. Depois do fatídico 11 de setembro, até artigo do terrorista Fidel Castro investindo contra o terrorismo apareceu nas páginas do Correio… O auge da sem-vergonhice ocorreu durante as eleições para governador do DF, em 2002, ocasião em que Joaquim Roriz, então candidato à reeleição, passou a sofrer toda sorte de acusações e calúnias por parte da tropa de choque de Noblat. Uma eleição que parecia estar ganha para Roriz já no primeiro turno foi para o segundo turno por obra exclusiva do jornal-panfleto.

A orientação política do Correio era tão descarada que toda sua diretoria foi substituída por exigência da cúpula dos Associados, proprietários do jornal. O novo Diretor Presidente escolhido foi Álvaro Teixeira da Costa. O vice nomeado foi Ari Cunha, jornalista que havia sido colocado em banho-maria no Correio durante o reinado noblatista e que hoje assina a coluna diária “Visto, lido e ouvido”. Noblat foi demitido e em seu lugar hoje se encontra Josemar Gimenez.

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