sábado, 27 de dezembro de 2008

Apolônio de Carvalho, o general de Stálin

Félix Maier

28/09/2005

A exaltação de Apolônio de Carvalho deveria ser motivo para protesto de toda a nação, mas torna-se nova oportunidade para as esquerdas elegerem mais um facínora ao posto de herói nacional.

Morreu dia 23 de setembro, aos 93 anos, Apolônio de Carvalho, um dos mais antigos comunistas brasileiros. Apolônio foi um dos fundadores do PT e tornou-se um símbolo para as esquerdas, especialmente por ter lutado ao lado de Stálin na Guerra Civil Espanhola.

No início do governo Lula, uma proposta indecente defendida pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, causou mal-estar ao Exército. É que, além de Apolônio ser reintegrado ao Exército e receber uma pensão mensal de R$ 8.000,00, a título de anistiado político, Bastos pretendia promovê-lo a general-de-brigada. Apesar da insanidade do ministro, o Jornal do Brasil grafou em manchetes garrafais: “O Exército foi grosseiro!” (15/12/2003). Ninguém duvide de que a desfaçatez não seja retomada em breve, para promoção post mortem do “general” de Stálin, pois, como todos sabem, “o brasileiro (petista) não desiste nunca”…

Leia texto completo em http://www.midiasemmascara.org/?p=4466

Obs.: O Wikipédia tem um link para este artigo - Cfr. em http://pt.wikipedia.org/wiki/Apol%C3%B4nio_de_Carvalho