sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

A última mentira de Dilma Rousseff

Preâmbulo:
Os últimos textos de Félix Maier podem ser acessados em PIRACEMA II - Nadando contra a corrente - link
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A  última  mentira  de  Dilma  Rousseff


Eu, particularmente, não consigo acreditar na presidente, porque ela é uma mentirosa compulsiva. Por que vou acreditar que ela tenha sido torturada, como afirmou inúmeras vezes?


A penúltima mentira de Dilma Rousseff foi decretar que os brasileiros que recebem em torno de R$ 300,00 mensais passaram a pertencer à classe média. E qual seria a última mentira da presidente?

A antepenúltima mentira da presidente ocorreu durante o 2º turno da campanha presidencial, quando se comprometeu a não colocar em pauta de seu governo legislação de apoio à matança de nascituros, ou seja, o aborto. Se ela de fato fosse contra o aborto, não teria escolhido para a pasta da Secretaria de Políticas para as Mulheres a senhora Eleonora Menicucci de Oliveira, uma antiga amiga do tempo em que estiveram confinadas na Torre das Donzelas. Infelizmente, pouca gente no Brasil sabe que Menicucci é ao mesmo tempo abortista e aborteira.

Uma das primeiras mentiras, repetida inúmeras vezes pela presidente, de modo que hoje se tornou verdade incontestável, é que ela havia pertencido a um grupo de heróis que queria restaurar a democracia detonada pelos militares. A única verdade é que ela fazia parte de um grupo terrorista sanguinário, a VAR-Palmares, o qual não desejava o retorno da democracia no Brasil, porém a implantação de uma ditadura comunista nos moldes cubanos – e, portanto, mil vezes mais violenta que a “ditamole” ou “ditabranda” dos militares.

Quando foi chefona da Casa Civil, Dilma pisoteou a verdade em pelo menos três ocasiões. Na primeira, mandou colocar no site da Casa que havia concluído cursos de doutorado e mestrado na Unicamp. Desmascarada pelos jornais, a mentira foi rapidamente apagada do site. Na segunda ocasião, quando indagada por que sua pasta havia feito um dossiê contra FHC e Ruth Cardoso, depois que ocorreram denúncias de mau uso do cartão corporativo - o famigerado “Lulacard” - por parte do governo petista, ela afirmou que valores de suprimento de fundos haviam sido solicitados pelo TCU. Desmentida pelo Tribunal, ela inventou que se tratava apenas de um trabalho interno para o banco de dados, ainda que esses dados, sigilosos em princípio, tivessem sido atirados aos quatro ventos. Na ocasião, a mais folclórica denúncia era a respeito do ministro da Tapioca Esportiva, Orlando Silva, que havia comprado o delicioso quitute com seu cartão corporativo. Na terceira ocasião, a mentira envolveu a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, que foi chamada ao Palácio do Planalto para “acelerar” as investigações que estavam sendo feitas contra um filho de José Sarney, ou seja, que o assunto fosse esquecido. Dilma afirmou que Lina nunca esteve no Palácio. Lina afirmou que esteve. Por que a secretária iria inventar uma mentira contra a mulher mais poderosa do Brasil? Por que Dilma não processou a “mentirosa”? Eu, particularmente, não consigo acreditar na presidente, porque ela é uma mentirosa compulsiva. Por que vou acreditar que ela tenha sido torturada, como afirmou inúmeras vezes?

E a última mentira de Dilma Rousseff, qual foi? Trata-se da redução da conta de energia elétrica, alardeada pela presidente como sendo um saco de bondades de seu governo, o que é uma mentira. Infelizmente, tanto ela quanto a mídia em geral deixaram de informar que a partir de 2010 a FIESP realizou uma campanha, "Energia a Preço Justo" (http://www.energiaaprecojusto.com.br/), ao constatar que as contas de luz mantinham uma parcela de amortização de investimentos de hidrelétricas indevida, e que a conta poderia ser reduzida em até 20%. A FIESP, por meio de seu presidente Paulo Skaf, entrou com representação junto ao TCU contra o ministro das Minas e Energia e contra o presidente da Aneel.

Na véspera do 7 de setembro de 2012, em cadeia nacional, a presidente Dilma anunciou a redução das tarifas, como se fosse um ato unilateral de seu governo. Em nenhuma ocasião a presidente ou a mídia se referiram ao assunto como sendo uma vitória da FIESP e de todo o povo brasileiro.

Em campanha presidencial antecipada, Dilma Rousseff omitiu a verdade, ou seja, que as concessionárias estavam cobrando um preço indevido e que, por isso, as contas deveriam ser reduzidas. Enganando mais uma vez seu eleitorado dócil e bisonho, ela simplesmente resolveu "antecipar" o desconto antes que a Justiça assim determinasse. Essa é a única verdade. A rigor, a Justiça deveria mandar devolver aos brasileiros o que foi cobrado a mais nos últimos anos, um valor de cerca de R$ 7 bilhões. Mas isso já é pedir demais ao Leviatã perdulário e insaciável.

Aliás, nem Paulo Skaf, em recente pronunciamento, lembrou o "esquecimento" de Dilma Rousseff, de creditar à FIESP a pressão pela redução do preço da energia elétrica. Por que será? Como o capitão da indústria paulista foi, em 2010, candidato ao governo de São Paulo pelo PSB, um partido dito socialista - como é também o PT de Dilma -, está explicado por que até os empresários hoje se renderam ao petralhismo e à sua principal cria, o “fascismo gay”.

Antes do início da redução de energia elétrica em nossas contas, já recebemos de presente o aumento do preço dos combustíveis. Isso prova que quando o governo dá alguma coisa com sua mão de vaca, rapidamente apanha tudo de volta com sua mão de gato.

De mentira em mentira, Dilma Rousseff está pavimentando firmemente sua estrada para a reeleição. Ah! Qual será a próxima mentira de Dilma Rousseff?

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Um  engodo chamado Método Paulo Freire




A ressurreição da múmia comunista chamada Paulo Freire não se observa apenas nos campi cada vez mais estéreis das faculdades, mas também nos campos improdutivos do “messetê”.


Em 1943, foi introduzida no Brasil a Cruzada ABC (Ação Básica Cristã), com sede em Recife, Pernambuco. A Cruzada era um programa de alfabetização baseado no Método Laubach,
que incluía, ainda, a bolsa-escola para famílias pobres. (E ainda dizem que o pernambucano Cristovam Buarque, que, com certeza, conhecia o Método Laubach, é o criador do bolsa-escola.) O missionário norte-americano Frank Charles Laubach desenvolveu seu método de alfabetização de adultos inicialmente nas Filipinas, onde, em 30 anos, conseguiu alfabetizar 60% de sua população.

No Brasil, o Método Laubach foi deturpado e substituído pelo Método Paulo Freire:

“Concomitante e subitamente, começaram a aparecer em Pernambuco cartilhas semelhantes às de Laubach, porém com teor filosófico totalmente diferente. As de Laubach, de cunho cristão, davam ênfase à cidadania, à paz social, à ética pessoal, ao cristianismo e à existência de Deus. As novas cartilhas, utilizando idêntica metodologia, davam ênfase à luta de classes, à propaganda da teoria marxista, ao ateísmo e a conscientização das massas à sua ‘condição de oprimidas’. O autor dessas outras cartilhas era o genial Sr. Paulo Freire, diretor do Sesi, que emprestou seu nome à essa ‘nova metodologia’ - da utilização de retratos e palavras na alfabetização de adultos - como se a mesma fosse da sua autoria” (David Gueiros Vieira, in Método Paulo Freire ou Método Laubach?).

O Movimento de Educação de Base (MEB) era uma organização criada pela Igreja Católica, financiada pelo governo João Goulart e administrada por militantes da esquerda católica, muitos dos quais eram membros da Ação Popular, que mais tarde se tornaria um grupo terrorista e promoveria um atentado no Aeroporto de Guararapes, Recife, em 1966. Baseado nas ideias marxistas de Paulo Freire, autor do livro pauleira Pedagogia do Oprimido, o MEB funcionava através de escolas radiofônicas, sob a direção de um líder local (padre ou camponês), em contato com as Ligas Camponesas.

Afinal, o que vem a ser o Método Paulo Freire, tão enaltecido pelos esquerdistas que tomaram de assalto as salas de aula das escolas e das universidades brasileiras? Ninguém melhor do que o historiador Paul Johnson para explicar esse engodo da mais pura ideologia marxista:

“O professor brasileiro Paulo Freire (...) descobriu que qualquer adulto pode aprender a ler em quarenta horas suas primeiras palavras que conseguir decifrar se estiverem carregadas de significação política; (...) apenas a mobilização de toda a população pode conduzir à cultura popular. As escolas são contraprodutivas (...) O melhor caminho a seguir é um rompimento com a educação institucional rumo à educação popular. O método se baseia no uso de palavras e expressões empregadas conscientemente de forma dúbia e duvidosa, de acordo com o conceito que seu autor tem de ‘educação libertadora’ e que pode ser assim resumido no conhecido jargão esquerdista: ‘(...) há uma incompatibilidade estrutural entre os interesses da classe dominante e a verdade...; a verdade está do lado dos oprimidos e não pode ser conquistada senão na luta contra a classe dominante...; a verdade é revolucionária, não deve ser buscada e sim feita’ ”
(Paul Johnson, in Inimigos da Sociedade - cit. COUTO, 1984: 39).

“O avanço do processo revolucionário comunista antes de Março de 1964, na área da educação, foi em grande parte creditado ao uso do Método Paulo Freire, que tem potencial para materializar, com inegável eficiência, aquela afirmativa de Fred Schwarz: ‘O primeiro passo na formação de um comunista é a sua desilusão com o capitalismo’. Hoje, o método e seu autor vêm sendo reabilitados em vários pontos do país, aparentemente com a mesma função revolucionária de antes. A alfabetização que propicia, baseada nas condições reais em que vive o aluno, explora largamente as contradições internas da sociedade para desmoralizar o capitalismo, e através dele a democracia, deixando a porta aberta para a opção socialista”.
(COUTO, 1984: 38-9)

A ressurreição da múmia comunista chamada Paulo Freire não se observa apenas nos campi cada vez mais estéreis das faculdades, mas também nos campos improdutivos do “messetê”:

“De acordo com os ideais socialistas e coletivos, calcados no princípio da solidariedade, o projeto educacional do MST tem como base teórica Paulo Freire, Florestan Fernandes, Che Guevara, o cubano José Martí, o russo A. Makarenko e clássicos como Marx, Engels, Mao Tsé-Tung e Gramsci”.
(revista Sem Terra, Out-Nov-Dez 1997, pg. 27).

Periodicamente, o mito de palha, que foi secretário de Educação do governo Luíza Erundina na cidade de São Paulo, é incensado na mídia para adoração, como o artigo da Gazeta do Povo, de 19/01/2013, Pela união na construção do saber. Sem direito a contraditório.

Em 2012, o plagiário de Laubach foi declarado por lei patrono da educação brasileira. Não há nome melhor para explicar o grau de mediocridade de nossas escolas e universidades, principalmente as faculdades ligadas à área da educação.


Nota:

COUTO, A. J. Paula. O desafio da subversão. Impresso na Gráfica FEPLAM, Porto Alegre, RS, 1984.






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Rede  Esgoto de Televisão


"Um dos grandes beneficiados pela Revolução foi o senhor Roberto Marinho, das Organizações Globo, por isso nos apoiou nos vinte anos em que ela durou; depois, nos deu as costas. Em um dos últimos dias de março de 1964, o Almirante Aragão entrou na redação dele, com fuzileiros navais, para fechar o jornal O Globo. Testemunha disso? É o capitão da Aeronáutica que hoje é casado com a sobrinha do Roberto Marinho. Pediu demissão da FAB. Chama-se Luís Jacobina Vasconcelos. Esse foi um dos que teve a metralhadora apontada na cabeça. Se, realmente, o outro lado tivesse ganho não existiria o ‘Império Globo’. No entanto, o que fazem hoje conosco? Acho uma covardia que, ao mesmo tempo que nos massacram, não nos dão a chance de defesa, porque não abrem espaço para nada".

Tenente-Coronel Aviador Juarez de Deus Gomes da Silva - História Oral do Exército/1964, Tomo 10, pg. 415.

Hoje, as Organizações Globo, aparelhada por jornalistas esquerdosos, como Míriam Leitão, diabolizam o Exército e mistificam terroristas, como na série Anos Rebeldes. Para a “mídia de pau”, anos de dinamite, promovidos pelos terroristas, passaram a se chamar “anos de chumbo” - uma reação natural e obrigatória das Forças de Segurança para combater os esquerdistas que queriam implantar no Brasil uma ditadura comunista, à moda cubana. Alfredo Syrkis, do grupo terrorista de Carlos Lamarca, que participou do sequestro de dois embaixadores, o alemão e o suíço, “fugiu para o exterior, não exilado, depois foi anistiado e escreveu o livro ‘Os Carbonários’, que serviu de tema da série Anos Dourados da TV Globo. Só que a equipe da Globo, safadamente, escamoteou a realidade, mudou o nome dos países e em nenhum momento falou que era um movimento comunista; mas os episódios são mais ou menos os mesmos” (General-de-Divisão Raymundo Maximiliano Negrão Torres - História Oral do Exército/1964, Tomo 8, pg. 103). Na verdade, a série chamou-se Anos Rebeldes, não Anos Dourados, e teve inspiração, também, no livro de Zuenir Ventura, 1968, o ano que não terminou.

Em 2001, a TV Globo apresentou uma reportagem, Recontando os mortos da repressão, de autoria de Caco Barcellos, em que apresentava a versão do soldado desertor do Exército, Valdemar Rodrigues, de que teria participado do assassinato de dois terroristas e quem os matou teria sido um coronel do Exército. Tanto A Revolução Impossível, de Luís Mir, quanto Combate nas Trevas, de Jacob Gorender, afirmam que o casal de terroristas, João Antônio Santos Abi-Eçab e Catarina Helena Abi-Eçab, morreram em acidente, quando bateram em um caminhão, na região de Vassouras, RJ - provavelmente, a caminho de mais um ato terrorista. A mentira foi denunciada em uma série de textos do coronel do Exército José Luis Sávio Costa, no site Mídia Sem Máscara. Apesar do embuste, a mentira rendeu a Caco Barcellos dois prêmios de jornalismo, Embratel e Líbero Badaró.

Além da desinformação esquerdista promovida nas últimas décadas, a Rede Globo se esmera na destruição dos padrões éticos do povo brasileiro. Isto pode ser comprovado em suas novelas, onde impera o erotismo e a ética da malandragem. Depois de brincar com criminosos e corruptos na construção de seus enredos, anos após anos, o autor de novelas Sílvio de Abreu, cinicamente, se mostrou surpreendido quando foi realizada uma pesquisa sobre as personagens de uma de suas novelas, Belíssima. O apogeu da esbórnia ocorreu em Avenida Brasil, novela em que os atores fizeram sexo entre si, como se fosse a coisa mais natural do mundo, convivendo numa mesma casa, vale dizer, num mesmo cabaré. Na época, apareceu no Facebook a mais apropriada expressão para designar a suruba apresentada pela vênus platinada: Rede Esgoto de Televisão.

A esbórnia em tempo integral continua com o Big Brother Brasil, já em 13ª edição. “Vamos dar uma espiadinha?” - convida Pedro Bial, babando esgoto de satisfação pelos cantos da boca.
CNV  não quer apurar a morte de Edson Luís


Os comissários bolcheniquins não têm interesse em elucidar esse fato da História recente do Brasil, porque estão comprometidos apenas com a defesa dos terroristas.


No dia 11/01/2013 08:58, a respeito de um texto postado pela Comissão Nacional da Verdade (CNV) em seu site, eu enviei o seguinte comentário aos bolcheniquins fantasiados de comissários do povo (
-->comunicacao@cnv.presidencia.gov.br -->Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. -->):
"Faltou o essencial ser publicado no texto acima, postado no site chapa-branca dos comissários do povo: quais os crimes cometidos pelo jornalista em questão. Tenho certeza que nenhum anjinho foi torturado, a maioria dos ditos "torturados" tinham ligações com grupos terroristas sanguinários, como a própria presidente Dilma Rousseff e sua querida VAR-Palmares. Convém ressaltar que muitos terroristas e "militantes" políticos mentiam sobre a tortura quando eram presos - assim como fazem os meliantes da atualidade, orientados por advogados - para tentar se defender perante os grupos terroristas de que confessaram sob tortura e por isso delataram companheiros, e para tentar obter pena mais suave na Justiça Militar.

Seria interessante a Comissão Nacional da Verdade publicar em seu site o verdadeiro autor da morte de Edson Luís, ocorrido em 1968 no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. Eu já informei aos comissários do povo o nome do assassino e até agora obtive apenas um retumbante silêncio.

O historiador Carlos Ilich Santos Azambuja, no texto A parcialidade escancarada, assim escreve a respeito da reticência de Elio Gaspari sobre o assunto: “Por que Gaspari, um historiador, evita dizer o nome desse seu colega, de Faculdade e de partido, que disparou a arma? Esse é um segredo de polichinelo, embora jamais o autor da morte tenha sido processado por esse crime. Seu nome? Apenas as iniciais, pois não desejo prejudicá-lo, onde quer que esteja. Assim, aquilo que ele julga que ninguém sabe, ele vai saber que eu sei: ACFPP”. No dia 22/11/2012, por meio de e-mail, Azambuja me confidenciou: “O nome do cara do qual eu escrevi apenas as iniciais é ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO, na época militante do PCB. Faleceu em 15 de Julho de 2012”. - Cfr. em A Voz do Ouvidor da Comissão Nacional da Verdade.

Aposto que os comissários bolcheniquins não têm interesse em elucidar esse fato da História recente do Brasil, porque estão comprometidos apenas com a defesa dos terroristas, em detrimento dos fatos. Ou seja, não passam de farsantes a serviço do petralhismo."

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A  voz do ouvidor da Comissão Nacional da Verdade



A História do Brasil, a antiga e a recente, deveria ser apenas escrita por historiadores, não por paus-mandados da vil ideologia socialista.


No dia 21 de novembro de 2012 16:15, enviei uma mensagem (e-mail) à Comissão Nacional da Verdade, nestes termos:

“Assunto: Carta à Comissão Nacional da Verdade

Prezados Comissários do Povo,

Na Lei nº 12.528, de 18 de novembro de 2011, em seu Artigo 1º, consta o seguinte: "É criada, no âmbito da Casa Civil da Presidência da República, a Comissão Nacional da Verdade, com a finalidade de examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos praticadas no período fixado no art. 8o do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional."

Não consegui entender por que Claudio Fonteles veio a público dizer que a Comissão somente iria examinar as violações cometidas por agentes do Estado no período de 1964 a 1988. O que o antigo "militante" da Ação Popular fez foi arriar as calças em público e defecar em cima de uma Lei assinada pela presidente Dilma Rousseff, acompanhado com jatos de mijo dos demais comissários cubano-moscovitas. Afinal, a Lei é bem clara: a finalidade da Comissão é examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos praticadas no período de 18 de setembro de 1946 até a data da promulgação da Constituição, dia 5 de outubro de 1988.

Por que os senhores e senhoras comissários(as) não estão respeitando o que está escrito? O que está escrito é cristalino e está implícito que TODAS as violações de direitos humanos devem ser apuradas, não apenas as violações de quem combateu os grupos terroristas que queriam, não a volta da democracia, como costumam alardear, mas instalar no Brasil a ditadura comunista, tendo Cuba dos manos Castro como modelo, que é o farol que orienta ainda hoje todos os esquerdistas brasileiros - incluídos aí os membros da Comissão da Calúnia, como muito bem definiu o general Santa Rosa.

A Comissão, com este atentado contra a Lei, está praticando um crime e prestando um desserviço à nação brasileira. Não vejo problema algum examinar os "crimes" porventura cometidos por agentes do Estado, como está sendo feito no momento. No entanto, examinar apenas a metade da questão é patifaria pura e demonstra um inequívoco revanchismo contra as Forças Armadas.

O mais grave é que a presidente Dilma Rousseff não se pronunciou contra a patifaria feita pelos integrantes da Comissão. Isso prova que ela, na verdade, redigiu e assinou uma Lei apenas para inglês ver, pois já estava combinado com os comissários que a interpretação da Lei se faria apenas com o olho esquerdo, de modo a satanizar os militares e manter essa diabolização permanente na mídia. A mídia, por sua vez, dependente que é das publicidades governamentais, não se fez de rogada e bravamente abraçou a ideia, de modo que se tornou importante caixa de ressonância da desinformação.

A Comissão lembra os "Esquadrões de Reescritores" da distopia de George Orwell, 1984, e tenta reescrever a História recente do Brasil à sua cara, a cara da mentira. Na mesma obra orwelliana constam as inserções televisivas "Dois minutos de ódio", que a presidente Dilma transformou em "Dois anos de ódio contra as Forças Armadas", podendo essa cultura odiosa ser prorrogada por mais dois anos. Vale lembrar que a presidenta é a comandanta-em-chefa das Forças Armadas, as quais ela deveria respeitar, não destilar seu ódio e patifaria sem limites.

Finalizando, a História do Brasil, a antiga e a recente, deveria ser apenas escrita por historiadores, não por paus-mandados da vil ideologia socialista. Um dia, a História verdadeira do Brasil se imporá a seus habitantes, e o trabalho do Comando Vermelho de Dilma Rousseff será jogado na lata de lixo, onde ficará para sempre.

Atenciosamente,

Félix Maier”


No dia 12 de dezembro de 2012 15:49, recebi a resposta da CNV, por intermédio de seu Ouvidor:

“Caro senhor Félix Maier,

De acordo com os exatos termos da Lei 12.558/2011, que instituiu a Comissão Nacional da Verdade, assim como com a fundamentação expressa em sua Exposição de Motivos, fica claro que a CNV encerra ciclo normativo iniciado em 1995, com a promulgação da Lei nº 9.140/1995, que textualmente reconhece a responsabilidade do Estado brasileiro, por seus agentes públicos, por graves violações à pessoa humana, tais como torturas, desaparecimentos forçados, assassinatos, etc.

Neste sentido, por elementar e óbvio, à Comissão Nacional da Verdade somente cabe tratar de comportamentos consumados por agentes públicos, servidores militares e civis ou terceiros agindo em nome do Estado, que, comprometendo drasticamente o bom nome das instituições a que serviam, cometeram violações aos direitos fundamentais.

Os que se opuseram ao sistema ditatorial, nesse quadro, foram processados, julgados e condenados à luz da legislação em vigor e das instituições em funcionamento e em momento de notório comprometimento da independência dos poderes.

Portanto, na exata observância dos comandos legais, e a Democracia assim refulge, a Comissão Nacional da Verdade tem por escopo normativo expresso apurar as graves violações cometidas contra a pessoa humana pelo Estado brasileiro, por seus agentes públicos, a fim de que, nunca mais, nós, da geração presente, e todos os que venham das futuras gerações de brasileiras e brasileiros, consideremos que a truculência, a tortura, os desaparecimentos e os assassinatos sejam a solução para as nossas divergências.

Atenciosamente,


Adilson Santana de Carvalho

Ouvidor da Comissão Nacional da Verdade
Centro Cultural Banco do Brasil – Portaria 3 – 2º andar – sala 235
SCES, Trecho 2, Lote 22 – Brasília – DF
Telefone: (61) 3313-7314”



Tréplica de Félix Maier ao Ouvidor da Comissão Nacional da Verdade, no dia 21 de dezembro de 2012 10:46 (dia do fim do mundo, segundo os Maias):

“Prezado Ouvidor,

Agradeço, Sr. Adilson Santana de Carvalho, pela gentileza em responder meu e-mail.

No entanto, apesar da tautologia, do circunlóquio, da glossolalia e do tartufismo constantes na missiva escrita em autêntica langue de bois (língua de pau), não posso concordar com V. Sa. a respeito da exposição de motivos alegados. Volto a repetir: a CNV aplicou um autogolpe na Lei que a instituiu, como atesta a argumentação muito bem fundamentada do escritor e jornalista Reinaldo Azevedo.

Em lugar nenhum da Lei 12.528 está explícito o que o Sr. afirmou, “por elementar e óbvio, à Comissão Nacional da Verdade somente cabe tratar de comportamentos consumados por agentes públicos”. O texto da Lei é cristalino em estabelecer a abrangência e o período a serem investigados. Não diz, textualmente, que apenas agentes do Estado serão investigados. A única brecha em que a CNV talvez tenha se apoiado com unhas, dentes, foice e martelo talvez seja o inciso IV do Art. 3º: “encaminhar aos órgãos públicos competentes toda e qualquer informação obtida que possa auxiliar na localização e identificação de corpos e restos mortais de desaparecidos políticos, nos termos do art. 1o da Lei no 9.140, de 4 de dezembro de 1995”.

Ora, este último enunciado, em contradição com o contido no Art. 1º, estabelece que terroristas, como Carlos Marighella, serão objeto de avaliação de violação de direitos humanos, deixando de fora inocentes que sofreram a mesma violação, como o soldado Mário Kozel Filho, explodido em uma guarita do QG do antigo II Exército, em São Paulo, pela organização terrorista VPR de Carlos Lamarca de Dilminha Bang Bang. Ao apresentar à sociedade brasileira apenas a meia Verdade da História, a CNV eternizará uma Mentira inteira. Compete aos historiadores escrever a História recente do Brasil, não aos comissários bolcheniquins (bolcheviques tupiniquins), reunidos em número de sete, a conta do mentiroso.

Outro equívoco lamentável do Sr. é afirmar que os terroristas - apelidados na langue de bois de “militantes políticos” ou “perseguidos políticos” - “foram processados, julgados e condenados à luz da legislação em vigor”. A “legislação em vigor”, dos governos militares, não alcançou todos os esquerdistas envolvidos em assassinatos e atentados terroristas. Durante o período de exceção, muitos crimes não foram elucidados; portanto, criminosos não foram presos.

Como exemplo, pode-se citar o assassino de Edson Luís, no Rio de Janeiro, em 1968, no Restaurante Calabouço. Ele nunca foi processado. O historiador Carlos I. S. Azambuja, no texto A parcialidade escancarada, assim escreve a respeito da reticência de Elio Gaspari sobre o assunto: “Por que Gaspari, um historiador, evita dizer o nome desse seu colega, de Faculdade e de partido, que disparou a arma? Esse é um segredo de polichinelo, embora jamais o autor da morte tenha sido processado por esse crime. Seu nome? Apenas as iniciais, pois não desejo prejudicá-lo, onde quer que esteja. Assim, aquilo que ele julga que ninguém sabe, ele vai saber que eu sei: ACFPP”. No dia 22/11/2012, por meio de e-mail, Azambuja me confidenciou: “O nome do cara do qual eu escrevi apenas as iniciais é ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO, na época militante do PCB. Faleceu em 15 de Julho de 2012”.

Pergunto: a CNV irá esclarecer essa “violação dos direitos humanos”, ou irá manter a mentira de que foi a polícia que matou Edson Luís? Eu já sei o que esperar dos comissários do povo, porque, como Cláudio Fonteles afirmou em público, apenas as violações dos “direitos dos manos” serão investigados, não os crimes que eles cometeram. Se quem matou Edson Luís foi um terrorista do PCB, esse assassino não deve ser investigado. Os agentes do Estado e inocentes que morreram naqueles anos de dinamite são pessoas de quinta categoria e não merecem qualquer consideração da Comissão bolcheniquim. Quanto recebeu de indenização a família de Edson Luís? A de Kozel Filho recebeu, inicialmente, a esmola de R$ 300,00 por mês.

No § 1o e no inciso II do Art. nº 2 da Lei 12.528, consta o seguinte: “Não poderão participar da Comissão Nacional da Verdade aqueles que não tenham condições de atuar com imparcialidade no exercício das competências da Comissão”. A rigor, não se pode dizer que a Comissão é formada por personalidades imparciais, porque de um modo ou de outro todos eles estiveram ligados a setores da esquerda. Repito: são todos paus-mandados de Dilma Rousseff. Sabemos, p. ex., que Cláudio Fonteles, o beato de pau oco, foi “militante” da Ação Popular, a ala terrorista da Igreja Católica. E que Maria Rita Kehl é comissária do povo unicamente por ser petista. E mostrou a que veio, contando de cara uma mentira escandalosa, de que o “regime” militar tenha “massacrado milhares de camponeses e índios”. O objetivo dessa comissária mentirosa é multiplicar por mil os “desaparecidos políticos”, de modo a apresentar o “regime militar” brasileiro como sendo mais cruel que o de Pol Pot, que massacrou 20% da população do Camboja.

Quais são os reais objetivos da Comissão da Calúnia?

- Em primeiro lugar, dentro do conceito das estratégias de controle da mídia, enunciado por Noam Chomsky, o objetivo é aplicar a “estratégia da distração”, de modo a manter em evidência assuntos menores, ao mesmo tempo em que se escondem os assuntos relevantes, como a roubalheira sem limites e sem fim do governo petralha instituído em 2003, a sucateação e os prejuízos históricos da Petrobras, os frequentes apagões elétricos, o pibinho ridículo do Brasil na última década, só superior, nas Américas, ao Haiti dos terremotos e da guerra civil.

- Demonizar as Forças Armadas e canonizar assassinos cruéis como Carlos Lamarca e Carlos Marighella, de modo que logradouros públicos tenham seus nomes substituídos por “perseguidos políticos”, como prevê o PNDH-III; assim, a Ponte Presidente Costa e Silva (Rio-Niterói) foi rebatizada de Ponte Betinho – outro apista e beato de pau oco -, antigo pombo-correio dos dólares que Fidel Castro enviava a Leonel Brizola, no Uruguai.

- Influenciar a revogação da Lei da Anistia no Congresso Nacional, onde a deputada Luiza “La Pasionaria” Erundina trata ferozmente do assunto, com as veias saltando do pescoço, de modo que apenas agentes do Estado sejam processados e presos, deixando de fora os honoráveis terroristas que infernizaram o Brasil nas décadas de 1960 e 70. Célio Borja, ex-ministro do STF, é categórico: “Anistia é o perpétuo esquecimento de fatos que seriam relevantes juridicamente, tanto para efeitos penais quanto em outras áreas, cível e administrativa. No caso do coronel Ustra, se porventura continuasse responsável, poderia sofrer efeitos administrativos. Poderia ser exonerado dos cargos que tem, poderia ter que comparecer perante conselhos militares para dar explicações. Mas nada disso pode ser feito em decorrência da anistia.” (O Estado de S. Paulo – 28/7/2012). Por que, então, há juízes que aceitaram denúncias contra os coronéis Ustra, Lício Maciel e Curió? Porque não passam, todos, de patifes a serviço da companheirada esquerdo-petralha.

- Meter a mão no cofre da Viúva; além das funções remuneradas dos 7 comissários da mentira, foram criados inúmeros cargos para auxiliá-los, os tais DAS e outros aspones; além dos salários mensais, são acrescidas despesas para viagens nacionais e internacionais, alimentação e pousada – um turismo permanente de dois anos, podendo ser prorrogado por mais dois. Além da Comissão da Calúnia nacional, estão sendo criadas comissões caluniosas estaduais, de universidades, de escritórios da OAB etc. Não é de espantar se as antigas prostitutas da Zona do Mangue, no Rio de Janeiro, também abram suas comissões da verdade, já que a idade não lhes permite mais abrir as pernas. Durante os anos de dinamite (1960-70), a turma de Dilminha Bang Bang da VAR-Palmares assaltava armamentos de quartéis, bancos e cofres particulares, como o de Adhemar de Barros, para levantar fundos e impor o comunismo no Brasil por meio do terror; hoje, a turma de Lula e Dilma está no poder e cria mensalões para compra de aliados políticos e se perpetuar no governo - a tal “cuética” petista, a ética das cuecas forradas de reais, dólares e euros (sem falar no “Rosegate”, o mais recente escândalo petista, envolvendo corrupção e o affair amoroso do garanhão de Garanhuns). O objetivo não é mais implantar o comunismo pela força das armas, mas pela estratégia gramscista de “ocupação de espaços”, em pleno funcionamento, especialmente na cultura, na Educação, nas empresas estatais e na mídia.

No parágrafo único do Art. 11 da Lei 12.528, lê-se que “Todo o acervo documental e de multimídia resultante da conclusão dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade deverá ser encaminhado ao Arquivo Nacional para integrar o Projeto Memórias Reveladas”. Muito bem. É no Arquivo Nacional que a memória nacional deve ser armazenada. Mas, que memória? Ora, para o governo petista, a única memória a ser preservada é aquela que interessa apenas à esquerda, como se pode comprovar no site http://www.memoriasreveladas.arquivonacional.gov.br/.

Quando eu enviei um e-mail para esse site, fazendo críticas ao seu escancarado maniqueísmo, não explicaram nada e ainda me pediram para enviar “acervos particulares” ao Arquivo Nacional, caso os tivesse, como se eu fosse um contrabandista de documentos sigilosos do Governo, assim como o foram os autores de Brasil Nunca Mais, cujos dados foram surrupiados da Justiça Militar. Mas eu sei qual o intento dessa turma. A Lei nº 12.527, de 18/11/2011, nos incisos I e II do § 1o do Art. nº 31, diz: “I - terão seu acesso restrito, independentemente de classificação de sigilo e pelo prazo máximo de 100 (cem) anos a contar da sua data de produção, a agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que elas se referirem; e II - poderão ter autorizada sua divulgação ou acesso por terceiros diante de previsão legal ou consentimento expresso da pessoa a que elas se referirem”. O que isso significa? Significa que o governo petista quer ter o controle total sobre todos os arquivos pessoais, de modo a liberar apenas os nomes dos agentes do Estado que combateram o terrorismo de esquerda, para todos os dias serem malhados como Judas na imprensa, ao mesmo tempo em que irá trancar a 7 chaves os nomes da companheirada terrorista e os crimes que cometeram pelo menos durante 100 anos. Basta lembrar que, durante a campanha presidencial de Dilma Rousseff, o STM negou à Folha de S. Paulo o acesso a documentos referentes à antiga terrorista. A mesma proposição - entrega de documentos ao Arguivo Nacional - foi feita por Maria do Carmo Teixeira Rainho, quando lhe enviei um e-mail.

Sr. Adilson: a sua mensagem finaliza dizendo “...a fim de que, nunca mais, nós, da geração presente, e todos os que venham das futuras gerações de brasileiras e brasileiros, consideremos que a truculência, a tortura, os desaparecimentos e os assassinatos sejam a solução para as nossas divergências”. A frase parece irretocável. Mas não é, porque dá a entender que apenas os agentes do Estado brasileiro foram truculentos, não os terroristas que dinamitaram pessoas. “Torturador” é, sem sombra de dúvida, a palavra logomáquica mais utilizada pela esquerda brasileira, para satanizar os integrantes das Forças Armadas brasileiras que combateram os terroristas, especialmente o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Não que a esquerda seja contra a tortura, pois nunca repudiou a tortura ainda existente em Cuba e na China, ou na antiga União Soviética, nem teve remorsos em esmigalhar a golpes de coronhadas de fuzil a cabeça do tenente Alberto Mendes Júnior, da PM de São Paulo. Nem em torturar psicologicamente muitos reféns oriundos de sequestros, como o embaixador americano Charles Elbrick. Infelizmente, a tortura é combatida apenas da boca para fora, porque todos os países a utilizam, principalmente em situação de guerra. No Brasil da presidente Dilma Rousseff, a tortura ainda existe nos presídios, conforme denúncias anuais da ONU. Além de querer alcançar a “hegemonia” em todos os setores da sociedade, pregada por Gramsci, a esquerda brasileira quer também o monopólio da tortura.

Fala-se muito sobre os “desaparecidos políticos”. Melhor fariam o Governo e Maria “La Pecosa” do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, se se preocupassem com os milhares de pessoas que desaparecem todos os anos no Brasil, sem deixar vestígio. “A cada dia, mais de três pessoas desaparecem no Distrito Federal. Segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), no ano passado 1.234 registros de pessoas que sumiram foram realizados” (jornal O Destak, DF, 16/5/2011, pg. 2). No Brasil, cerca de 50 mil pessoas desaparecem todo ano, conforme noticiou o Jornal Nacional do dia 24/5/2012, e “La Pecosa” simplesmente não toma conhecimento da tragédia, nem Dilma Rousseff.

Mas nem tudo está perdido nesta República dos Bandidos e seu objetivo permanente de satanizar os militares e beatificar terroristas. A estudantada, atualmente, está se informando melhor e se desvinculando dos esquerdosos, que são mestres do engodo, doutores da mentira e PhD em roubalheira. Como exemplos, podemos citar o contundente texto Os falsos heróis, do universitário Gabriel Tebaldi, o caso do DCE da Universidade de Brasília, que deixou de ser capitania hereditária do PCdoB e assemelhados, e da estudante Cibele Bungel Baginski, que pretende recriar a Arena. Um número crescente de estudantes está entendendo que “o homem é o homem e sua circunstância”, no dizer de Ortega y Gasset. E qual era a circunstância essencial vivida pela população nos anos de 1960 e 70, que hoje não é levada em consideração pelos integrantes da CNV e por todas as personalidades de esquerda? É que havia a guerra fria, o confronto de comunistas contra o livre mercado, a liberdade de imprensa e a liberdade religiosa. Uma pequena amostra da infiltração comunista em todo o mundo pode ser conferida em Pequena história da subversão e espionagem, em que os quintas-colunas como Luiz Carlos Prestes, Carlos Lamarca, Carlos Marighella e Dilma Rousseff não lutaram contra os militares para o retorno da democracia, como cinicamente sempre apregoaram, mas pela implantação de uma ditadura do proletariado, ou seja, de uma ditadura comunista, a mando de Moscou ou de Havana. Numa palavra, todos os terroristas de esquerda foram TRAIDORES da Pátria e ponto final. Vale lembrar que o PCB não era um partido brasileiro, mas a Seção Brasileira da Internacional Comunista.

A última pesquisa de opinião pública realizada pela FGV coloca as Forças Armadas (FA) no topo da lista, com 75% de apoio da população. Os políticos ocupam, merecidamente, a lanterna, com apenas 7% de apoio - e os comissários bolcheniquins estão aí incluídos. A CNV pode até tentar denegrir as FA, propalando meias verdades que são mentiras inteiras, amplificadas festivamente por inúmeras caixas de ressonância da desinformação - a mídia em geral. Porém, jamais conseguirá o intento de destruir a aceitação das instituições militares, ultima ratio na salvaguarda de nossa soberania e de nossa eterna luta contra regimes totalitários, como o comunismo. Hoje, o grande mal a combater é a implantação no Brasil do fascismo gay, em que a esquerda tenta impor sua ideologia mediante a cooptação de todos os setores da sociedade em volta do Poder Central em Brasília.

Ainda bem que temos a Internet para expressar nossa opinião. Por isso, não causa espanto o PT insistir na censura dos meios de comunicação, em sua peculiar langue de bois chamada “controle social da mídia”.

Atenciosamente,

Félix Maier
Brasília, DF, 21 de dezembro de 2012.



Para conhecer a história do terrorismo  no Brasil, acesse
http://wikiterrorismobrasil.blogspot.com.br/


Escrito por Félix Maier | 11 Dezembro 2012
Artigos - Movimento Revolucionário

Os socialistas brasileiros são todos burgueses, a exemplo do falecido Niemeyer, que correu uma lista de apoio a Fidel Castro quando este mandou fuzilar três fugitivos e prender 72 intelectuais, em 2003.

Olimpicamente, Niemeyer fazia-se de cego, surdo e mudo frente às atrocidades genocidas dos comunistas.


Na noite do dia 5 de dezembro de 2012, morreu no Rio de Janeiro Oscar Niemeyer, aos 104 anos de idade.

Oscar Niemeyer é, inegavelmente, um gigante da arquitetura mundial. Obras suas estão eternizadas no mundo inteiro, como a sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, projeto realizado com a colaboração de Le Corbusier. No Brasil, destacam-se obras no Rio de Janeiro (Edifício Gustavo Capanema - com a colaboração de Lúcio Costa, Corbusier e outros), São Paulo (Memorial da América Latina, Edifício Copan, Auditório Ibirapuera), Belo Horizonte (Complexo da Pampulha), Niterói (Museu de Arte Contemporânea), Curitiba (Museu Oscar Niemeyer) e, principalmente, em Brasília, uma cidade-museu a céu aberto, onde se destacam o Palácio do Planalto, o Palácio da Alvorada, a Catedral de Brasília, o Congresso Nacional, o Palácio do Itamaraty, o Memorial JK (onde há uma estilização da foice e do martelo), a Biblioteca Nacional Leonel Brizola, o Museu Nacional Honestino Guimarães. Há, ainda projetos de Niemeyer que não saíram do papel, que deverão completar sua obra em Brasília: Monumento à Paz (em forma de pomba), Museu das Águas (que ficará no Parque da Cidade), Escolinha do Choro (que ficará junto ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães, próximo ao Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha).

No entanto, o gigante da arquitetura universal provou ser um anão político, ao defender incondicionalmente o comunismo e ser um dos mais famosos lambe-botas do ditador Fidel Castro. Obras menores comprovam essa sua inclinação pelo regime totalitário que deixou mais de 110 milhões de mortos ao redor do mundo: Monumento a Carlos Fonseca Amador (fundador da Frente Sandinista de Libertação Nacional - Nicarágua), Monumento Tortura Nunca Mais (Rio), Monumento Nove de Novembro (Volta Redonda, em memória a três operários mortos em 1988), Escultura Mão (Praça Cívica do Memorial da América Latina), Marco à Coluna Prestes (Santo Ângelo), Escultura para Cuba (Havana) - além de desenhar mobiliário para a sede do Partido Comunista Francês.

Estátua para o soldado Mário Kozel Filho, que foi explodido numa guarita do QG do então II Exército pelo grupo terrorista VPR de Carlos Lamarca e Dilminha Bang Bang, nem pensar! Estátua para eternizar a memória do tenente da PM/SP, Alberto Mendes Júnior, que trocou sua vida pela libertação de soldados sob seu comando e foi torturado até a morte com coronhadas de fuzil na cabeça pela gangue de Lamarca, nunca, jamais! Para Niemayer, o sangue só é valioso se for derramado pelas veias dos comunistas, como sugere o Monumento da América Latina, em que um mapa do subcontinente tem a cor vermelha do sangue saindo da mão do "crucificado" terrorista de esquerda.

É fácil ser comunista no Brasil, como era Oscar Niemeyer, com apartamento de cobertura na Zona Sul do Rio e Mercedes Benz (com motorista) na garagem, e cobrar de 800 mil a 1 milhão de reais por alguns rabiscos que iriam se tornar um novo monumento nas mãos de engenheiros estruturais. Difícil é ser comunista em Cuba, onde o cidadão médio, hoje, ingere menos calorias do que os antigos escravos negros da Ilha. Os socialistas brasileiros são todos burgueses, a exemplo do falecido Niemeyer, que correu uma lista de apoio a Fidel Castro quando este mandou fuzilar três fugitivos e prender 72 intelectuais, em 2003. Para Niemeyer, assim como para a totalidade dos comunistas brasileiros, incluindo Dilma Rousseff, a tortura só existiu nos governos militares de países sul-americanos, nunca em Cuba ou na União Soviética. Olimpicamente, Niemeyer fazia-se de cego, surdo e mudo frente às atrocidades genocidas dos comunistas. Para ele, não existiu a cela-gaveta cubana ou a "leoneira", uma gaiola de ferro onde os presos não podiam sequer ficar de pé, nem a prática tenebrosa dos "vampiros revolucionários", em que condenados ao paredón cubano eram sangrados antes de receber o tiro fatal, para comercialização do sangue durante a Guerra do Vietnã.

Por que a doutrina comunista se mostra tão atual e tão poderosa no Brasil, onde tremulam bandeiras vermelhas totalitárias nas manifestações de rua, se ela foi varrida de extensas áreas do planeta, como na antiga União Soviética, e está em baixa na própria China "comunista"? O que ocorreu com a terra de Macunaíma e a roça de Jeca Tatu?

Uma das explicações é que nunca houve um regime comunista em nosso País, assim a população não conhece o perigo que isso significa. Outra explicação é que o Brasil não conseguiu, nas últimas décadas, "decolar" junto com outros países capitalistas, como a Coreia do Sul.

“O comunismo, mesmo para os que o condenam, não é mais do que um mal relativo quando comparado com o mal integral, absoluto, que é o nazismo. (...) Os comunistas conseguiram fazer esquecer: que o comunismo custou a vida a pelo menos cem milhões de seres humanos; que inventou os campos de concentração; que deportou populações inteiras; que reintroduziu oficialmente a tortura nos interrogatórios; que levou à falência econômica todos os países onde foi implantado; que esterilizou intelectualmente povos inteiros; que afetou irremediavelmente os seus dados genéticos; que violou a independência de vários países; que recorreu sistematicamente ao terror e à mentira como formas de governo. O nazismo, que fez aproximadamente dez vezes menos vítimas do que o comunismo, foi definitivamente, e com justiça, marcado pelo processo de Nüremberg e submetido à erradicação total através de uma política de desnazificação conduzida de forma particularmente eficaz. O comunismo não foi alvo de qualquer sanção em qualquer país e passa ainda para muita gente como um grupo tão respeitável como qualquer outro. Sim, há toda a legitimidade para nos questionarmos sobre quem ganhou a guerra fria” (VOLKOFF, 2004: 99-100).

“Já no século XX, intelectuais socialistas, grandes admiradores da União Soviética, como H. G. Wells e Bernard Shaw, alegam o direito que teria o socialismo de liquidar física e maciçamente classes sociais que representassem um obstáculo à Revolução ou que a retardassem. Em 1933, no jornal The Listener, Bernard Shaw, demonstrando dons de visionário, pressiona os químicos para que ajudem a acelerar a depuração dos inimigos do socialismo, ‘descobrindo um gás humanitário que cause morte instantânea e indolor, em suma, um gás civilizado - mortal evidentemente -, mas humano, destituído de crueldade’. Devemos lembrar que, em seu julgamento em Jerusalém, em 1962, o carrasco nazista Adolf Eichmann invocou em sua defesa o caráter ‘humanitário’ do Ziklon B, que eliminou os judeus nas câmaras de gás do holocausto” (REVEL, 2001: 97).

“É a desculpa de sempre: todos os atos abomináveis do socialismo real são apresentados como desvios, traições, perversões do ‘verdadeiro’ comunismo, que só ressurge mais fortalecido da enxurrada de calúnias com as quais é atacado” (REVEL, 2001: 95-6). “O autor de um recente livro da coleção ‘Que sais-je? [Que sei eu?] sobre Le Goulag [O Gulag] encontra um meio de poupar Lênin, dizendo que Stálin lhe havia ‘traído’ o legado. Velho refrão mil vezes refutado, miragem falsamente salvadora, que a pesquisa realizada nos últimos anos dissipou sem deixar vestígios. No entanto, para o nosso humorista, Stálin seria na realidade o herdeiro... do czarismo, e não do leninismo” (REVEL, 2001: 153).

O nazismo é o mais forte álibi do comunismo. “Relembrar, a cada dia, as atrocidades nazistas - prática tornada sagrada, desde então, sob a alcunha de ‘dever de memória’ - mantém um ruído permanente que não deixa espaço para se dar atenção à memória das atrocidades comunistas. Nas palavras de Alain Besançon, a ‘hipermnésia do nazismo’ desvia a atenção da ‘amnésia do comunismo’. Por isso é fácil entender por que toda análise, todo trabalho de historiadores minoritários, que ponha em foco a semelhança essencial entre os dois regimes, provoca tempestades que precedem uma fúria vingativa” (REVEL, 2001: 109).

Nesse mesmo livro de Revel, A Grande Parada, há um capítulo com o sugestivo nome de “Cláusula do totalitarismo preferido”. Nesse capítulo, uma passagem chama a atenção para descrever a diabolização dos totalitarismos ditos de direita e a santificação dos totalitarismos comunistas: “Alguns diques se romperam, a linha fortificada da ideologia nem sempre conseguiu se manter intacta, mas o essencial, ou seja, o princípio da desigualdade de tratamento entre o totalitarismo dito de esquerda e o dito de direita permaneceu. A década de 1980-1990 foi marcada pelo reconhecido desmoronamento do socialismo democrático. A década de 1990-2000 foi marcada pelos esforços desenvolvidos, com grande sucesso, para obliterar os ensinamentos advindos dessas experiências históricas” (REVEL, 2001: 147).

No Brasil, o objetivo maior da Comissão Nacional da Verdade não é outro senão o de demonizar as Forças Armadas e enaltecer os terroristas de esquerda que infernizaram o País nas décadas de 1960 e 70. Ou seja, ao apresentar apenas um lado da História, os comissários (do povo) tupiniquins estão promovendo um genocídio da memória recente do Brasil.

Voltando ao início do texto, repito: Niemeyer foi um gigante da arquitetura mundial, porém se tornou um anão político em seus 104 anos de "cochilo dogmático" de que falava Immanuel Kant, ao apoiar com orgulho um regime totalitário, o Comunismo. Como está sendo aplicada a Lei Gayssot na França, Niemeyer viu os crimes contra a humanidade com um olho só, o olho esquerdo. Foi sua “cláusula do totalitarismo preferido”. Reinaldo Azevedo está correto: Oscar Niemeyer foi metade gênio e metade idiota.


Notas:
VOLKOFF, Vladimir. Pequena História da Desinformação - do Cavalo de Troia à Internet. Editora Vila do Príncipe Ltda., Curitiba, 2004.

REVEL, Jean-François. A Grande Parada - Ensaio acerca da sobrevivência da utopia socialista. Bibliex, Rio, 2001 (Tradução de Lais Andrade).